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quinta-feira, 18 de outubro de 2012
quarta-feira, 6 de julho de 2011
segunda-feira, 13 de setembro de 2010
Enxaguantes à base de Dióxido de Cloro
O Enxaguante à base de Dióxido de Cloro é o último avanço no controle do mau hálito
Enxaguantes convencionais apenas mascaram temporariamente a halitose
Não contém álcool, corante e açúcar
Seguro e não tóxico, o Dióxido de Cloro tem sido usado por anos para a purificação da água e na indústria de alimentos.
Em forma de enxaguante, tem a ação direta sobre os compostos sulfurados voláteis responsáveis pelo mau hálito
Bochechos com Dióxido de Cloro (CLO2), após um único uso, promove uma melhora significativa do hálito, reduzindo a intensidade do odor e a quantidade de CSV da boca por pelo menos 8 horas.
ENXAGUANTE A BASE DE DIÓXIDO DE CLORO
Dióxido de cloro vem associado ao cloreto de cetilpiridídeo, a interação do clorito de sódio (de natureza aniônica e fortemente oxidante) com o cloreto de cetilpiridínio (que é catiônico) resulta em liberação de oxigênio.
O cloreto de cetilpiridínio possui a capacidade de desnaturar proteínas e destruir microorganismos
Depois que o oxigênio foi liberado devido a interação entre o cloreto de cetilpiridínio, ocorre a oxidação dos microorganismos anaeróbios, preservando no entanto, os sistemas aeróbios dos tecidos bucais.
A liberação altamente eficiente do oxigênio na combinação do cloreto de cetilpiridínio / clorito de sódio é também responsável pela oxidoredução dos CSVs, mantendo-os em níveis extremamente baixos.
DIÓXIDO DE CLORO ESTABELIZADO (CLO2)
- Promove a oxiredução dos compostos sulfurados voláteis mantendo-os em níveis extremamente baixos.
- Oxiredução de Bactérias Anaeróbicas
- Reduz a formação dos CSVs
- Reduz o sangramento gengival
CSV (COMPOSTO SULFURADO VOLÁTIL)
- SULFIDRETO – Cheiro de Ovo Choco
- METIL MERCAPTANO – Cheiro de Estábulo
- DIMETIL SULFETO
ENXAGUANTE BUCAL HALITFREE
Tempo de Ação:
Reduz a concentração de CSVs a partir de 20 minutos de uso.
Mantém os níveis de CSV próximos de ZERO no Halimeter
(Fonte: j.clin. periodontol. 2001:28:631-641)
Bochechos de Dióxido de Cloro (CLO2) após único uso, promove melhora significativa do hálito, reduzindo a intensidade do odor, e a quantidade de CSVs no ar da boca por pelo menos 8 horas
(Fonte: Dra. Olinda Tarzia)
Compre Aqui Halitfree
Enxaguantes convencionais apenas mascaram temporariamente a halitose
Não contém álcool, corante e açúcar
Seguro e não tóxico, o Dióxido de Cloro tem sido usado por anos para a purificação da água e na indústria de alimentos.
Em forma de enxaguante, tem a ação direta sobre os compostos sulfurados voláteis responsáveis pelo mau hálito
Bochechos com Dióxido de Cloro (CLO2), após um único uso, promove uma melhora significativa do hálito, reduzindo a intensidade do odor e a quantidade de CSV da boca por pelo menos 8 horas.
ENXAGUANTE A BASE DE DIÓXIDO DE CLORO
Dióxido de cloro vem associado ao cloreto de cetilpiridídeo, a interação do clorito de sódio (de natureza aniônica e fortemente oxidante) com o cloreto de cetilpiridínio (que é catiônico) resulta em liberação de oxigênio.
O cloreto de cetilpiridínio possui a capacidade de desnaturar proteínas e destruir microorganismos
Depois que o oxigênio foi liberado devido a interação entre o cloreto de cetilpiridínio, ocorre a oxidação dos microorganismos anaeróbios, preservando no entanto, os sistemas aeróbios dos tecidos bucais.
A liberação altamente eficiente do oxigênio na combinação do cloreto de cetilpiridínio / clorito de sódio é também responsável pela oxidoredução dos CSVs, mantendo-os em níveis extremamente baixos.
DIÓXIDO DE CLORO ESTABELIZADO (CLO2)
- Promove a oxiredução dos compostos sulfurados voláteis mantendo-os em níveis extremamente baixos.
- Oxiredução de Bactérias Anaeróbicas
- Reduz a formação dos CSVs
- Reduz o sangramento gengival
CSV (COMPOSTO SULFURADO VOLÁTIL)
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Tempo de Ação:
Reduz a concentração de CSVs a partir de 20 minutos de uso.
Mantém os níveis de CSV próximos de ZERO no Halimeter
(Fonte: j.clin. periodontol. 2001:28:631-641)
Bochechos de Dióxido de Cloro (CLO2) após único uso, promove melhora significativa do hálito, reduzindo a intensidade do odor, e a quantidade de CSVs no ar da boca por pelo menos 8 horas
(Fonte: Dra. Olinda Tarzia)
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sexta-feira, 3 de setembro de 2010
Beijar na Boca com Mau Hálito não dá certo.
Halitose é o famoso Mal Hálito e consiste nos odores desagradáveis que pode vir da Boca ou através da respiração. Você sabia que cerca de 60% das pessoas já teve mau hálito ou ainda tem?
Se você tem mau hálito, provavelmente você só vai descobrir perguntando a outra pessoa. Isto é normal, já que os portadores de halitose não percebem o odor desagradável que exalam. E com isso outras pessoas acabam avisando (ou não!). A principal causa acontece no ambiente bucal e principalmente na língua.
A língua possui diversas papilas gustativas o que significa que retêm as placas bacterianas, resíduos de alimentos e células epiteliais descamadas e com isso começam a liberar odor de enxofre.
A pergunta é: como acabar então com o Mau Hálito? Uma das dicas você já deve saber, é escovar os dentes após as refeições. O fio dental não pode ficar de lado, use sempre. Beber muita água, de dois a três litros por dia, é fundamental para dar o fim ao problema. Ir ao dentista sempre que puder ajuda bastante. Usar o limpador de língua e o enxaguante bucal à base de Dióxido de Cloro é fundamental!
Se você chupa uma balinha, toma um refrigerante ou usa chicletes não estará dando o fim ao seu problema. O uso comum das balas, refrigerantes e chicletes na verdade só estará camuflando o odor do hálito, são os chamados mascaradores do Hálito. Mas é importante usar sempre no dia que for em uma balada. O uso de chicletes sem açúcar aumenta a salivação o que pode diminuir um pouco o seu mau hálito.
Você deve descobrir antes de tudo se a halitose é sistêmica ou local (Boca). Se for sistêmica você será encaminhado para um profissional especialista na área. Se for bucal é preciso localizar as causas que podem ser: cáries dentárias, gengivites, periodontites, placas bacterianas e a principal delas: a Saburra Lingual. Então lembre sempre de escovar os dentes ao menos três vezes por dia, usar o fio dental, o raspador de língua e o Enxaguante Bucal Halitfree. E tenha um BOM Hálito pra você.
Se você tem mau hálito, provavelmente você só vai descobrir perguntando a outra pessoa. Isto é normal, já que os portadores de halitose não percebem o odor desagradável que exalam. E com isso outras pessoas acabam avisando (ou não!). A principal causa acontece no ambiente bucal e principalmente na língua.
A língua possui diversas papilas gustativas o que significa que retêm as placas bacterianas, resíduos de alimentos e células epiteliais descamadas e com isso começam a liberar odor de enxofre.
A pergunta é: como acabar então com o Mau Hálito? Uma das dicas você já deve saber, é escovar os dentes após as refeições. O fio dental não pode ficar de lado, use sempre. Beber muita água, de dois a três litros por dia, é fundamental para dar o fim ao problema. Ir ao dentista sempre que puder ajuda bastante. Usar o limpador de língua e o enxaguante bucal à base de Dióxido de Cloro é fundamental!
Se você chupa uma balinha, toma um refrigerante ou usa chicletes não estará dando o fim ao seu problema. O uso comum das balas, refrigerantes e chicletes na verdade só estará camuflando o odor do hálito, são os chamados mascaradores do Hálito. Mas é importante usar sempre no dia que for em uma balada. O uso de chicletes sem açúcar aumenta a salivação o que pode diminuir um pouco o seu mau hálito.
Você deve descobrir antes de tudo se a halitose é sistêmica ou local (Boca). Se for sistêmica você será encaminhado para um profissional especialista na área. Se for bucal é preciso localizar as causas que podem ser: cáries dentárias, gengivites, periodontites, placas bacterianas e a principal delas: a Saburra Lingual. Então lembre sempre de escovar os dentes ao menos três vezes por dia, usar o fio dental, o raspador de língua e o Enxaguante Bucal Halitfree. E tenha um BOM Hálito pra você.
sexta-feira, 20 de agosto de 2010
Escova dental é a melhor criação de todos os tempos
O resultado da pesquisa divulgada em janeiro de 2007 pelo Instituto de Tecnologia de Massachussets (MIT) - nos Estados Unidos - é surpreendente! Os pesquisadores apresentaram uma lista de cinco invenções, para que os entrevistados indicassem qual é a mais importante. Em primeiro lugar, quem diria, ficou um dos inventos mais simples da história: a escova de dentes!
A escova ficou adiante do automóvel, do computador, do celular e do micro-ondas, demais itens apresentados na pesquisa que utilizou a forma induzida para ouvir as pessoas.
Um porta-voz do instituto disse que a pesquisa prova que as coisas simples são mais importantes.
A primeira escova da história - feita com pêlos de porco, teria sido inventada há 505 anos por um imperador chinês.
Em uma pesquisa informal, o Fantástico da Rede Globo de TV ouviu brasileiros em cinco cidades. São Paulo, Curitiba, São Luiz, Cuiabá, e Juiz de Fora. O resultado também surpreendeu. Confirmando a pesquisa americana, a escova de dentes surgiu em primeiro lugar, com 39% dos votos da pesquisa.
Fonte: www.apcdpiracicaba.org.br
quarta-feira, 18 de agosto de 2010
Gel Dental Sem Flúor Cocoricó
O nascimento dos primeiros dentinhos na criança merece atenção especial. O Excesso de Flúor nessa fase pode levar à fluorose dental, uma anomalia que ocorre durante a formação dos dentes e afeta sua estrutura, produzindo manchas brancas ou marrons e perdas minerais.
Turma Cocoricó
A vida na roça é bem divertida. Júlio e sua turma brincam na Fazenda Cocoricó onde animais e natureza são um prato cheio para soltar a imaginação.
Pensando nisso a Bitufo elaborou com o apoio de odontopediatras o Gel Dental Cocoricó Sem Flúor, especial para crianças até os 5 anos de idade.
O Gel Cocoricó Sem Flúor possui Xilitol em sua fórmula, que previne a formação das cáries de forma segura, não contém flúor nem corantes, faz pouca espuma e tem baixa abrasividade, para combater os germes causadores da placa bacteriana sem agredir o esmalte dos dentes.
O Gel Cocoricó Sem Flúor está disponível em 3 deliciosos sabores: Morango, Tutti-Frutti e Frutas Tropicais.
Compre Aqui
Turma Cocoricó
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Indicação:
Indicado para a higiene bucal diária de crianças até 5 anos de idade.
Indicado para a higiene bucal diária de crianças até 5 anos de idade.
Recomendação:
A escovação deve ser realizada por um adulto. Conheça também a escova Baby Care e Primeiro dentinho.
A escovação deve ser realizada por um adulto. Conheça também a escova Baby Care e Primeiro dentinho.
Advertências:
Não ingerir. Manter fora do alcance de crianças. Conservar o produto ao abrigo da luz e do calor.
Não ingerir. Manter fora do alcance de crianças. Conservar o produto ao abrigo da luz e do calor.
Compre Aqui
terça-feira, 17 de agosto de 2010
Existe mau hálito proveniente do estômago?
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| Estômago |
• diferença de pressão entre tórax e abdome;
• movimentos peristálticos;
• válvulas na região do esfíncter gástrico
Se o mau hálito tivesse origem no estômago, quando bebêssemos leite teríamos o cheiro de leite azedo no hálito, se comêssemos peixe, teríamos hálito de peixe podre e assim sucessivamente. No entanto o que se constata é que na grande maioria dos casos os odores da boca são : Enxofre, em mais de 90% dos casos, cetônico, cheiro de urina, fezes e rato.
Fonte: Kolbe
Enxaguante Bucal Halitfree Compre Aqui
quinta-feira, 12 de agosto de 2010
Longe do Mau Hálito
3 em cada 10 brasileiros têm, já tiveram ou terão alterações significativas no odor que sai da boca. Para não sofrer com o problema, os especialistas recomendam: o diagnóstico mais eficaz é sempre o nariz do outro.
Os estressados têm agora mais um motivo para se preocupar. Além do alto risco de sofrerem com problemas como hipertensão, gastrite, dor de cabeça, tensões musculares e até mesmo infarto, pesquisas recentes indicam que eles são fortes candidatos a terem mau hálito. É fácil entender o motivo: o nervosismo e a irritação constantes diminuem a produção de saliva, reduzindo a higiene e desequilibrando a flora bucal. "A halitose é sinal de um desequilíbrio orgânico", explica Luciana Sassa Marocchio, dentista e patologista bucal, membro da Associação Brasileira de Estudos e Pesquisas dos Odores da Boca (ABPO).
Segundo dados dessa mesma associação, o problema atinge 51 milhões de brasileiros (de todas as idades). Ou seja, cerca de 30% da população tem, já teve ou terá alterações significativas em seu hálito. E os números não param por aí. No último congresso da International Society for Breath Odor Research (ISBOR), ocorrido em 2007, na cidade de Chicago, EUA, divulgou-se que entre 50 milhões e 80 milhões de americanos sofrem de mau hálito e, por isso, gastam anualmente mais de 2 bilhões de dólares em produtos para melhorar o mau cheiro.
Entre inúmeras causas
Hoje, são conhecidas mais de 60 possíveis causas que podem levar à halitose. É comum gue uma mesma pessoa apresente três ou mais causas associadas. Porém a maioria dos casos tem origem dentro da boca: "Está provado que cerca de 95% dos casos estão relacionados ao desequilíbrio na cavidade oral. Desse total, uma em cada três halitoses crônicas estão ligadas às doenças periodontais", explica Eduardo Pedrazza Dutra, cirurgião dentista, especialista em periodontia e halitose, e membro da ABPO.
Além das periodontites, a saburra lingual, a descamação do epitélio bucal, as cáries, sangue e saliva fazem parte do conjunto de fatores responsáveis em maior ou menor parte pela formação do mau hálito. Já os problemas relacionados às vias aéreas superiores, como sinusites, amidalites e adenóide respondem apenas a 2% das causas.
Ataque invisível
Algumas espécies de bactérias anaeróbicas e proteolíticas(quemetabolizam as proteínas) como a Treponema denticola, Porphyromonas gingivalis e Prevotella intermédia vivem naturalmente na cavidade bucal. Uma de suas funções é decompor as proteínas existentes na boca, ricas em aminoácidos que contêm enxofre (como restos de alimentos, saliva, sangue e células epiteliais), e dar origem a compostos sulfurosos (gases de enxofre) que se dissolvem na saliva, causando apenas um leve odor.
Porém, quando há um desequilíbrio bucal, como o aumento dessas e de outras bactérias anaeróbicas presentes nos sulcos gengivais ou na superfície da língua, a existência de doença periodontal ou a diminuição de saliva (xerostomia), esse gases se vaporizam e o mau hálito fica evidente.
Prejuízos sociais
Os especialistas enfatizam que esse é um problema de suma importância, principalmente por causa das implicações psicológicas que trazem aos portadores. A pessoa que sofre de mau hálito, em geral, torna-se insegura ao aproximar-se dos outros, o que pode levar a um comportamento retraído.
Outra guestão importante é social, pois frequentemente a halitose causa situações embaraçosas quando seu portador fala em público ou numa reunião de trabalho, o que acaba por limitar sua atuação profissional. E dificilmente a pessoa que tem o problema percebe seu próprio hálito. Isso acontece por uma questão de aclimatação. Quando somos expostos a um tipo de odor, seja ele bom ou ruim, em pouco tempo nos acostumamos ao cheiro e deixamos de senti-lo. O processo é conhecido como fadiga olfatória.
RAZÃO PARA O DIVORCIO
Há milênios, a halitose atinge povos de todas as culturas e raças. Gregos e romanos deixaram registros sobre o assunto. Tanto na Bíblia cristã como no Alcorão mulçumano há referências a ela. Ensinamentos da liturgia judaica, existentes há dois mil anos, afirmam que o homem que se casasse com uma mulher e descobrisse logo após o casamento que ela tinha halitose poderia se divorciar sumariamente, sem precisar cumprir as cláusulas contratuais. Apesar da má fama, a halitose conseguiu inspirar até William Shakespeare, considerado o maior dramaturgo da literatura ocidental. No ato 5, cena 2 da peça Muito barulho por nada, o personagem garante: "...vento fétido é apenas hálito fétido e nauseante. Portanto, vou partir sem ser beijado". Entretanto, além de ser antigo e trágico, o mau hálito, que ainda hoje afeta 40% da população mundial, sempre foi considerado uma espécie de tabu. Tanto é que os estudos sobre o problema começaram a se intensificar a partir da década de 1990. Hoje, existem especialistas dedicados apenas a cuidar dos pacientes com halitose.
OS CAUSADORES (E ALGUNS MITOS)
FALTA DE SALIVA: "Durante o sono, existe uma diminuição natural de saliva, o que reduz as defesas da boca. Soma-se a esse fator a contínua decomposição intrabucal de proteínas e teremos a explicação para o mau hálito quando se acorda", diz o cirurqião dentista Eduardo Pedrazza Dutra. Esse tipo de halitose não requer uma atenção especial, até porque a ingestão de um alimento ou de líquido faz desaparecer o odor matinal. Entretanto, a diminuição de saliva pode ter outros motivos. Um deles é o estresse, que provoca alterações emocionais como nervosismo, ansiedade ou depressão. Outra causa é o uso de medicações. Segundo estudos, existem mais de 400 medicamentos, entre eles os antidepressivos, antialérgicos, anti-hipertensivos, anorexígenos, agente cardíacos, tranquilizantes e descongestionantes, entre outros, que alteram a saliva.
SABURRA LINGUAL: o dorso da língua, uma superfície extensa e rugosa, é um importante hospedeiro para produtos que podem causar o mau hálito. Dessa maneira, células descamadas, restos de alimentos e micro-organismos acumulam-se em cima da língua formando uma espécie de película esbranquiçada que é decomposta pelas bactérias anaeróbicas, dando origem aos gases malcheirosos. Segundo pesquisas, quase 90% dos casos de halitose estão relacionados à formação da saburra lingual. Até porque a diminuição de saliva, outro fator desencadeante, também favorece a formação da saburra.
DOENÇAS PERIODONTAIS: quando há inflamação no sulco gengival, espaço milimétrico que existe entre o dente e a parte interna da gengiva, começa a formação de um exudato (líquido) inflamatório que contém células descamativas e substâncias produzidas pelos micro-organismos da placa bacteriana que dão origem os gases sulfurosos. Também há de se levar em consideração que existe seis vezes mais saburra lingual em pacientes com periodontites em comparação aos que não apresentam o problema.
AMIDALAS: podem aparecer nesses órgãos de proteção, situados na parte posterior da garganta, alguns pontos amarelados muito confundidos com pus. Na verdade, esses pontos são uma massa amarelada, o caseum, composta de restos alimentares, saliva e bactérias. Não provoca infecção, mas causa mau hálito.
ESTÔMAGO: problemas no sistema digestório, como a gastrite, muitas vezes são considerados responsáveis pelo mau hálito. Mas isso não é verdadeiro. Do estômago, só virá hálito ruim nos casos de vômitos, e mesmo assim será passageiro. "Hoje, existe uma suspeita de que ocorra justamente o contrário. Ou seja, a halitose pode ser um dos fatores que levem a uma gastrite. Isso porque a bactéria Helicobacter pylori, causadora da inflamação na mucosa do estômago, encontra-se também na cavidade bucal", diz Pedrazza.
FALTA DE LIMPEZA NOS DENTES: embora a má higiene seja um dos vilões mais citados, essa declaração nem sempre corresponde à verdade: "Fatores como o estresse, por exemplo, podem originar um desequilíbrio de tal ordem na cavidade oral que provoca o mau hálito, mesmo em pacientes que apresentam uma boa higiene oral", relata a dentista Luciana Sassa Marocchio.
OUTROS CULPADOS: a halitose não é uma doença propriamente dita, mas um sinal de alterações orgânicas na boca ou nas vias respiratórias. E ela pode ser também um sintoma de problemas sistêmicos, como diabetes ou insuficiência renal crônica. Cada uma delas produz um tipo de hálito diferente: "O diabético pode apresentar um hálito cetônico, ou seja, com cheiro de cetona", diz Pedrazza. A cetona, substância volátil de forte odor, também é liberada nas crises de hipoglicemia. Por isso, as pessoas que se submetem a regimes (ou ficam longos períodos sem se alimentar) exalam esse odor. O fumo, o uso de drogas e de bebidas alcoólicas e a utilização de soluções para bochecho com álcool são outros fatores que comprometem o hálito.
Medidor de odores bucais
O diagnóstico é feito com a ajuda da história clínica do paciente e da constatação (olfativa) do mau cheiro característico. A partir daí, o dentista começa a investigação inicial, o que inclui um exame detalhado da boca, da língua, dos dentes e do periodonto. Ele também avalia se a higienização do paciente está correta, se há presença de placa bacteriana, que dá origem às cáries, gengivites e periodontites. Outro procedimento é detectar a saburra lingual, a maior responsável pelo mau cheiro. Depois de achadas (ou não) as causas locais, o especialista também não deve descartar exames que possam detectar doenças como o diabetes, problemas hepáticos ou renais, se o histórico do paciente revelar algum problema nesse sentido.
Hoje já existem métodos complementares que auxiliam o diagnóstico, como a sialometria (medida do fluxo salivar) e a halimetria. Esta última é realizada por um aparelho portátil que mede, em partículas por bilhão, a quantidade dos compostos sulfurados vaporizados, presentes na boca. O halímetro, como é chamado, permite uma avaliação da gravidade do problema, além do acompanhamento da evolução do tratamento e do diagnóstico de pacientes com halitose psicogênica. Esta é a sensação que algumas pessoas têm de serem portadoras de mau hálito, quando, na verdade, ele não está presente. Em geral, a halitose psicogênica é provocada por problemas emocionais, desde uma tendência a exagerar as reações naturais do corpo até quadros severos de doença mentais, como a esquizofrenia.
Tratamento eficaz
O plano de tratamento varia de paciente para paciente, de acordo com as causas que afetam o seu hálito.
Mas, antes de tudo, é necessário que o paciente se conscientize que grande parte do sucesso do tratamento depende dele, até porque, muitas vezes, será preciso intervir em hábitos como parar de fumar ou comer em horas certas, mudanças que nem sempre são bem aceitas.
Depois de definido o diagnóstico,o especialista começa o tratamento específico para cada caso. Os eventuais problemas odontológicos, como cáries e doenças periodontais, devem ser tratados o mais rápido possível. O paciente também precisa ser orientado quanto a maneira correta de higienizar seus dentes e toda a mucosa da boca. Além disso os especialistas dão uma atenção especial à limpeza da língua, com limpadores adequados para esse fim. Muitas vezes o dentista trabalha em conjunto com o médico, seja ele clínico geral, otorrinolaringologista ou gastroenterologista, profissionais de extrema importância para que se consiga o equilíbrio orgânico necessário e para que o tratamento tenha sucesso.
Depois de todas as orientações fornecidas e eventuais medicamentos receitados pelo especialista, o tratamento leva cerca de 60 dias, quando o paciente é reavaliado para saber se houve melhora das taxas de medição do odor bucal.
Medidas Preventivas
Alguns cuidados simples podem ajudar você a manter um hálito saudável por todo o tempo:
•Faça pequenas refeições a cada três horas para não ficar de estômago vazio.
•Evite alimentos que provocam o ressecamento bucal como os muito salgados, quentes ou condimentados.
•Não exagere no consumo de alimentos com odor carregado ou contendo enxofre em sua composição, como alho, cebola, picles, repolho, couve, brócolis. Gorduras, frituras e bebidas como café, refrigerantes tipo "cola", achocolatados, alimentos ricos em proteínas (carne vermelha, leite e derivados), entre outros, devem ser evitados.
•Evite álcool e fumo em excesso.
•Tome bastante água para a produção de saliva.
•Realize higiene bucal adequada, incluindo limpeza da língua, seguindo as recomendações do seu dentista.
•Visite o profissional a cada seis meses, prevenindo assim problemas dentários e gengivais.
Fonte: Revista Viva Saúde - Fevereiro de 2009
Os estressados têm agora mais um motivo para se preocupar. Além do alto risco de sofrerem com problemas como hipertensão, gastrite, dor de cabeça, tensões musculares e até mesmo infarto, pesquisas recentes indicam que eles são fortes candidatos a terem mau hálito. É fácil entender o motivo: o nervosismo e a irritação constantes diminuem a produção de saliva, reduzindo a higiene e desequilibrando a flora bucal. "A halitose é sinal de um desequilíbrio orgânico", explica Luciana Sassa Marocchio, dentista e patologista bucal, membro da Associação Brasileira de Estudos e Pesquisas dos Odores da Boca (ABPO).
Segundo dados dessa mesma associação, o problema atinge 51 milhões de brasileiros (de todas as idades). Ou seja, cerca de 30% da população tem, já teve ou terá alterações significativas em seu hálito. E os números não param por aí. No último congresso da International Society for Breath Odor Research (ISBOR), ocorrido em 2007, na cidade de Chicago, EUA, divulgou-se que entre 50 milhões e 80 milhões de americanos sofrem de mau hálito e, por isso, gastam anualmente mais de 2 bilhões de dólares em produtos para melhorar o mau cheiro.
Entre inúmeras causas
Hoje, são conhecidas mais de 60 possíveis causas que podem levar à halitose. É comum gue uma mesma pessoa apresente três ou mais causas associadas. Porém a maioria dos casos tem origem dentro da boca: "Está provado que cerca de 95% dos casos estão relacionados ao desequilíbrio na cavidade oral. Desse total, uma em cada três halitoses crônicas estão ligadas às doenças periodontais", explica Eduardo Pedrazza Dutra, cirurgião dentista, especialista em periodontia e halitose, e membro da ABPO.
Além das periodontites, a saburra lingual, a descamação do epitélio bucal, as cáries, sangue e saliva fazem parte do conjunto de fatores responsáveis em maior ou menor parte pela formação do mau hálito. Já os problemas relacionados às vias aéreas superiores, como sinusites, amidalites e adenóide respondem apenas a 2% das causas.
Ataque invisível
Algumas espécies de bactérias anaeróbicas e proteolíticas(quemetabolizam as proteínas) como a Treponema denticola, Porphyromonas gingivalis e Prevotella intermédia vivem naturalmente na cavidade bucal. Uma de suas funções é decompor as proteínas existentes na boca, ricas em aminoácidos que contêm enxofre (como restos de alimentos, saliva, sangue e células epiteliais), e dar origem a compostos sulfurosos (gases de enxofre) que se dissolvem na saliva, causando apenas um leve odor.
Porém, quando há um desequilíbrio bucal, como o aumento dessas e de outras bactérias anaeróbicas presentes nos sulcos gengivais ou na superfície da língua, a existência de doença periodontal ou a diminuição de saliva (xerostomia), esse gases se vaporizam e o mau hálito fica evidente.
Prejuízos sociais
Os especialistas enfatizam que esse é um problema de suma importância, principalmente por causa das implicações psicológicas que trazem aos portadores. A pessoa que sofre de mau hálito, em geral, torna-se insegura ao aproximar-se dos outros, o que pode levar a um comportamento retraído.
Outra guestão importante é social, pois frequentemente a halitose causa situações embaraçosas quando seu portador fala em público ou numa reunião de trabalho, o que acaba por limitar sua atuação profissional. E dificilmente a pessoa que tem o problema percebe seu próprio hálito. Isso acontece por uma questão de aclimatação. Quando somos expostos a um tipo de odor, seja ele bom ou ruim, em pouco tempo nos acostumamos ao cheiro e deixamos de senti-lo. O processo é conhecido como fadiga olfatória.
RAZÃO PARA O DIVORCIO
Há milênios, a halitose atinge povos de todas as culturas e raças. Gregos e romanos deixaram registros sobre o assunto. Tanto na Bíblia cristã como no Alcorão mulçumano há referências a ela. Ensinamentos da liturgia judaica, existentes há dois mil anos, afirmam que o homem que se casasse com uma mulher e descobrisse logo após o casamento que ela tinha halitose poderia se divorciar sumariamente, sem precisar cumprir as cláusulas contratuais. Apesar da má fama, a halitose conseguiu inspirar até William Shakespeare, considerado o maior dramaturgo da literatura ocidental. No ato 5, cena 2 da peça Muito barulho por nada, o personagem garante: "...vento fétido é apenas hálito fétido e nauseante. Portanto, vou partir sem ser beijado". Entretanto, além de ser antigo e trágico, o mau hálito, que ainda hoje afeta 40% da população mundial, sempre foi considerado uma espécie de tabu. Tanto é que os estudos sobre o problema começaram a se intensificar a partir da década de 1990. Hoje, existem especialistas dedicados apenas a cuidar dos pacientes com halitose.
OS CAUSADORES (E ALGUNS MITOS)
FALTA DE SALIVA: "Durante o sono, existe uma diminuição natural de saliva, o que reduz as defesas da boca. Soma-se a esse fator a contínua decomposição intrabucal de proteínas e teremos a explicação para o mau hálito quando se acorda", diz o cirurqião dentista Eduardo Pedrazza Dutra. Esse tipo de halitose não requer uma atenção especial, até porque a ingestão de um alimento ou de líquido faz desaparecer o odor matinal. Entretanto, a diminuição de saliva pode ter outros motivos. Um deles é o estresse, que provoca alterações emocionais como nervosismo, ansiedade ou depressão. Outra causa é o uso de medicações. Segundo estudos, existem mais de 400 medicamentos, entre eles os antidepressivos, antialérgicos, anti-hipertensivos, anorexígenos, agente cardíacos, tranquilizantes e descongestionantes, entre outros, que alteram a saliva.
SABURRA LINGUAL: o dorso da língua, uma superfície extensa e rugosa, é um importante hospedeiro para produtos que podem causar o mau hálito. Dessa maneira, células descamadas, restos de alimentos e micro-organismos acumulam-se em cima da língua formando uma espécie de película esbranquiçada que é decomposta pelas bactérias anaeróbicas, dando origem aos gases malcheirosos. Segundo pesquisas, quase 90% dos casos de halitose estão relacionados à formação da saburra lingual. Até porque a diminuição de saliva, outro fator desencadeante, também favorece a formação da saburra.
DOENÇAS PERIODONTAIS: quando há inflamação no sulco gengival, espaço milimétrico que existe entre o dente e a parte interna da gengiva, começa a formação de um exudato (líquido) inflamatório que contém células descamativas e substâncias produzidas pelos micro-organismos da placa bacteriana que dão origem os gases sulfurosos. Também há de se levar em consideração que existe seis vezes mais saburra lingual em pacientes com periodontites em comparação aos que não apresentam o problema.
AMIDALAS: podem aparecer nesses órgãos de proteção, situados na parte posterior da garganta, alguns pontos amarelados muito confundidos com pus. Na verdade, esses pontos são uma massa amarelada, o caseum, composta de restos alimentares, saliva e bactérias. Não provoca infecção, mas causa mau hálito.
ESTÔMAGO: problemas no sistema digestório, como a gastrite, muitas vezes são considerados responsáveis pelo mau hálito. Mas isso não é verdadeiro. Do estômago, só virá hálito ruim nos casos de vômitos, e mesmo assim será passageiro. "Hoje, existe uma suspeita de que ocorra justamente o contrário. Ou seja, a halitose pode ser um dos fatores que levem a uma gastrite. Isso porque a bactéria Helicobacter pylori, causadora da inflamação na mucosa do estômago, encontra-se também na cavidade bucal", diz Pedrazza.
FALTA DE LIMPEZA NOS DENTES: embora a má higiene seja um dos vilões mais citados, essa declaração nem sempre corresponde à verdade: "Fatores como o estresse, por exemplo, podem originar um desequilíbrio de tal ordem na cavidade oral que provoca o mau hálito, mesmo em pacientes que apresentam uma boa higiene oral", relata a dentista Luciana Sassa Marocchio.
OUTROS CULPADOS: a halitose não é uma doença propriamente dita, mas um sinal de alterações orgânicas na boca ou nas vias respiratórias. E ela pode ser também um sintoma de problemas sistêmicos, como diabetes ou insuficiência renal crônica. Cada uma delas produz um tipo de hálito diferente: "O diabético pode apresentar um hálito cetônico, ou seja, com cheiro de cetona", diz Pedrazza. A cetona, substância volátil de forte odor, também é liberada nas crises de hipoglicemia. Por isso, as pessoas que se submetem a regimes (ou ficam longos períodos sem se alimentar) exalam esse odor. O fumo, o uso de drogas e de bebidas alcoólicas e a utilização de soluções para bochecho com álcool são outros fatores que comprometem o hálito.
Medidor de odores bucais
O diagnóstico é feito com a ajuda da história clínica do paciente e da constatação (olfativa) do mau cheiro característico. A partir daí, o dentista começa a investigação inicial, o que inclui um exame detalhado da boca, da língua, dos dentes e do periodonto. Ele também avalia se a higienização do paciente está correta, se há presença de placa bacteriana, que dá origem às cáries, gengivites e periodontites. Outro procedimento é detectar a saburra lingual, a maior responsável pelo mau cheiro. Depois de achadas (ou não) as causas locais, o especialista também não deve descartar exames que possam detectar doenças como o diabetes, problemas hepáticos ou renais, se o histórico do paciente revelar algum problema nesse sentido.
Hoje já existem métodos complementares que auxiliam o diagnóstico, como a sialometria (medida do fluxo salivar) e a halimetria. Esta última é realizada por um aparelho portátil que mede, em partículas por bilhão, a quantidade dos compostos sulfurados vaporizados, presentes na boca. O halímetro, como é chamado, permite uma avaliação da gravidade do problema, além do acompanhamento da evolução do tratamento e do diagnóstico de pacientes com halitose psicogênica. Esta é a sensação que algumas pessoas têm de serem portadoras de mau hálito, quando, na verdade, ele não está presente. Em geral, a halitose psicogênica é provocada por problemas emocionais, desde uma tendência a exagerar as reações naturais do corpo até quadros severos de doença mentais, como a esquizofrenia.
Tratamento eficaz
O plano de tratamento varia de paciente para paciente, de acordo com as causas que afetam o seu hálito.
Mas, antes de tudo, é necessário que o paciente se conscientize que grande parte do sucesso do tratamento depende dele, até porque, muitas vezes, será preciso intervir em hábitos como parar de fumar ou comer em horas certas, mudanças que nem sempre são bem aceitas.
Depois de definido o diagnóstico,o especialista começa o tratamento específico para cada caso. Os eventuais problemas odontológicos, como cáries e doenças periodontais, devem ser tratados o mais rápido possível. O paciente também precisa ser orientado quanto a maneira correta de higienizar seus dentes e toda a mucosa da boca. Além disso os especialistas dão uma atenção especial à limpeza da língua, com limpadores adequados para esse fim. Muitas vezes o dentista trabalha em conjunto com o médico, seja ele clínico geral, otorrinolaringologista ou gastroenterologista, profissionais de extrema importância para que se consiga o equilíbrio orgânico necessário e para que o tratamento tenha sucesso.
Depois de todas as orientações fornecidas e eventuais medicamentos receitados pelo especialista, o tratamento leva cerca de 60 dias, quando o paciente é reavaliado para saber se houve melhora das taxas de medição do odor bucal.
Medidas Preventivas
Alguns cuidados simples podem ajudar você a manter um hálito saudável por todo o tempo:
•Faça pequenas refeições a cada três horas para não ficar de estômago vazio.
•Evite alimentos que provocam o ressecamento bucal como os muito salgados, quentes ou condimentados.
•Não exagere no consumo de alimentos com odor carregado ou contendo enxofre em sua composição, como alho, cebola, picles, repolho, couve, brócolis. Gorduras, frituras e bebidas como café, refrigerantes tipo "cola", achocolatados, alimentos ricos em proteínas (carne vermelha, leite e derivados), entre outros, devem ser evitados.
•Evite álcool e fumo em excesso.
•Tome bastante água para a produção de saliva.
•Realize higiene bucal adequada, incluindo limpeza da língua, seguindo as recomendações do seu dentista.
•Visite o profissional a cada seis meses, prevenindo assim problemas dentários e gengivais.
Fonte: Revista Viva Saúde - Fevereiro de 2009
quarta-feira, 11 de agosto de 2010
Qual o melhor creme dental?
Uma pergunta comum formulada pelos pacientes logo na primeira consulta odontológica é:
QUAL É O MELHOR CREME DENTAL?
Creme dental, pasta de dente, dentifrício ou gel dental, são denominações de um produto usado na higienização dos dentes e muito conhecido por todos nós.
Sabemos da dificuldade na escolha de um creme dental diante de tantas ofertas contidas nas prateleiras dos supermercados.
Produtos são desenvolvidos com sabores, cores e características diferentes, tutti-frutti, menta, e hortelã, brancos, verdes e vermelhos são os mais comuns. Aparecem também sabores exóticos como albricoque, canela, chiclete e sabores mágicos como Shrek, Barbie e Cocoricó. Todos existem para que a indústria farmacêutica possa ganhar uma fatia maior de um mercado promissor e o gosto do consumidor.
Milhões de dólares são gastos na mídia para conseguir gravar fortemente em nosso inconsciente que a escavação dos dentes perfeita necessita de um creme dental sabor refrescante, mágico. Mas essa sensação não é sinônimo de limpeza.
Além dos sabores, acrescentam flúor, substancia antimicrobiana, bicarbonato de sódio, branqueadores, dessensibilizantes, fitoterápicos, antiinflamatórios e antibióticos dando características diferentes para cada produto, tornando-os um produto medicamentoso, perigoso para saúde.
Os estudos mostram que, em um estado normal de saúde, os cremes dentais devem agir somente como substância saponácea, ou seja, como um sabão. Quando necessitamos de uma ação mais específica em estado de doença, eles entram como medicamentos, devendo ser interrompidos assim que a doença desapareça.
O ideal, numa condição normal de saúde, é realizar a higienização com produto neutro, a atenção deve estar voltada na quantidade do creme dental colocado sobre a escova, pequena porção é o ideal, apenas uma gota, dando melhor visibilidade. Quanto menor a quantidade melhor o resultado final.
Fonte: http://blog.multprev.com.br/2008/07/08/creme-dental/
QUAL É O MELHOR CREME DENTAL?
Creme dental, pasta de dente, dentifrício ou gel dental, são denominações de um produto usado na higienização dos dentes e muito conhecido por todos nós.
Sabemos da dificuldade na escolha de um creme dental diante de tantas ofertas contidas nas prateleiras dos supermercados.
Produtos são desenvolvidos com sabores, cores e características diferentes, tutti-frutti, menta, e hortelã, brancos, verdes e vermelhos são os mais comuns. Aparecem também sabores exóticos como albricoque, canela, chiclete e sabores mágicos como Shrek, Barbie e Cocoricó. Todos existem para que a indústria farmacêutica possa ganhar uma fatia maior de um mercado promissor e o gosto do consumidor.
Milhões de dólares são gastos na mídia para conseguir gravar fortemente em nosso inconsciente que a escavação dos dentes perfeita necessita de um creme dental sabor refrescante, mágico. Mas essa sensação não é sinônimo de limpeza.
Além dos sabores, acrescentam flúor, substancia antimicrobiana, bicarbonato de sódio, branqueadores, dessensibilizantes, fitoterápicos, antiinflamatórios e antibióticos dando características diferentes para cada produto, tornando-os um produto medicamentoso, perigoso para saúde.
Os estudos mostram que, em um estado normal de saúde, os cremes dentais devem agir somente como substância saponácea, ou seja, como um sabão. Quando necessitamos de uma ação mais específica em estado de doença, eles entram como medicamentos, devendo ser interrompidos assim que a doença desapareça.
O ideal, numa condição normal de saúde, é realizar a higienização com produto neutro, a atenção deve estar voltada na quantidade do creme dental colocado sobre a escova, pequena porção é o ideal, apenas uma gota, dando melhor visibilidade. Quanto menor a quantidade melhor o resultado final.
Fonte: http://blog.multprev.com.br/2008/07/08/creme-dental/
terça-feira, 10 de agosto de 2010
Escovação correta pode prevenir doenças cardíacas
Bactérias que causam a inflamação da gengiva entram na corrente sanguínea e podem se alojar nas artérias que irrigam o coração.
Quantas vezes por dia você escova os dentes? O aposentado Carlos da Silva afirma que escova "de manhã ao levantar, após o almoço, uma vez à tarde depois de algum lanche e após o jantar".
"Saúde bucal hoje previne até doenças", diz o vendedor Devison de Souza. Ele tem razão.
Uma pesquisa realizada na Escócia e publicada no Reino Unido numa revista especializada em medicina aponta que a saúde da boca está diretamente relacionada com a saúde geral do paciente. De acordo com o estudo feito com quase 12 mil pessoas, quem não escova os dentes, ou os escova apenas uma vez por dia, tem mais chance de ter problemas cardiovasculares.
O professor do curso de odontologia Eduardo Rollo Duarte explica qual a relação entre a boca e o coração. "Pessoas que não escovam pelo menos duas vezes por dia tem 75% mais chances de terem problemas cardiovasculares. Muito provavelmente porque quem não escova bem ou escova pouco desenvolve gengivite, que é uma inflamação dos tecidos gengivais”, diz.
Segundo os especialistas, as bactérias que causam a inflamação da gengiva entram na corrente sanguínea e podem se alojar nas artérias que irrigam o coração, e seriam responsáveis ainda por contribuir na obstrução da circulação do órgão, o que pode levar a um infarto.
O aposentado Élcio Bonasorte teve gengivite. Depois de fazer o tratamento dentário, ele não só recuperou os dentes, como conseguiu controlar o diabetes, que estava descompensado. "O primeiro pensamento da pessoa tem que ser esse, manter a boca sempre sadia", diz.
Por isso, os especialistas dão dicas de como fazer para fazer a escovação correta dos dentes. "Uma boa escovação começa primeiro com um bom bochecho forte com água, na pia, no banheiro, e a pessoa que vai escovar os dentes tem que estar visualizando os movimentos, de preferência sem muita força, com carinho, de forma circular em volta dos dentes com a ponta da escova, das cerdas próximas à gengiva, sem fazer muita força", diz o dentista.
“As escovas não duram. Eles devem ser trocadas com certa frequência. Toda vez que a escova já estiver com as cerdas já esgarçadas e as pontinhas começam a ficar alteradas, a escovação não fica eficaz, porque a cerda deve ser bem macia para poder limpar os dentes em volta da gengiva”, completa Eduardo.
A escova de dentes deve ser trocada a cada dois ou três meses no máximo. Os dentistas dizem ainda que não é preciso exagerar na quantidade de pasta de dente. Afinal, é a escova que faz o trabalho de limpeza. Você deve colocar a quantidade equivalente a um grão de ervilha.
Fonte: http://g1.globo.com/jornal-hoje/noticia/2010/08/escovacao-correta-pode-prevenir-doencas-cardiacas.html
Quantas vezes por dia você escova os dentes? O aposentado Carlos da Silva afirma que escova "de manhã ao levantar, após o almoço, uma vez à tarde depois de algum lanche e após o jantar".
"Saúde bucal hoje previne até doenças", diz o vendedor Devison de Souza. Ele tem razão.
Uma pesquisa realizada na Escócia e publicada no Reino Unido numa revista especializada em medicina aponta que a saúde da boca está diretamente relacionada com a saúde geral do paciente. De acordo com o estudo feito com quase 12 mil pessoas, quem não escova os dentes, ou os escova apenas uma vez por dia, tem mais chance de ter problemas cardiovasculares.
O professor do curso de odontologia Eduardo Rollo Duarte explica qual a relação entre a boca e o coração. "Pessoas que não escovam pelo menos duas vezes por dia tem 75% mais chances de terem problemas cardiovasculares. Muito provavelmente porque quem não escova bem ou escova pouco desenvolve gengivite, que é uma inflamação dos tecidos gengivais”, diz.
Segundo os especialistas, as bactérias que causam a inflamação da gengiva entram na corrente sanguínea e podem se alojar nas artérias que irrigam o coração, e seriam responsáveis ainda por contribuir na obstrução da circulação do órgão, o que pode levar a um infarto.
O aposentado Élcio Bonasorte teve gengivite. Depois de fazer o tratamento dentário, ele não só recuperou os dentes, como conseguiu controlar o diabetes, que estava descompensado. "O primeiro pensamento da pessoa tem que ser esse, manter a boca sempre sadia", diz.
Por isso, os especialistas dão dicas de como fazer para fazer a escovação correta dos dentes. "Uma boa escovação começa primeiro com um bom bochecho forte com água, na pia, no banheiro, e a pessoa que vai escovar os dentes tem que estar visualizando os movimentos, de preferência sem muita força, com carinho, de forma circular em volta dos dentes com a ponta da escova, das cerdas próximas à gengiva, sem fazer muita força", diz o dentista.
“As escovas não duram. Eles devem ser trocadas com certa frequência. Toda vez que a escova já estiver com as cerdas já esgarçadas e as pontinhas começam a ficar alteradas, a escovação não fica eficaz, porque a cerda deve ser bem macia para poder limpar os dentes em volta da gengiva”, completa Eduardo.
A escova de dentes deve ser trocada a cada dois ou três meses no máximo. Os dentistas dizem ainda que não é preciso exagerar na quantidade de pasta de dente. Afinal, é a escova que faz o trabalho de limpeza. Você deve colocar a quantidade equivalente a um grão de ervilha.
Fonte: http://g1.globo.com/jornal-hoje/noticia/2010/08/escovacao-correta-pode-prevenir-doencas-cardiacas.html
sexta-feira, 6 de agosto de 2010
Limpadores de Língua
Os limpadores de língua são fundamentais na higiene bucal. 90% das causas da halitose estão na boca e a principal delas é a falta de higiene da língua. A Língua funciona como um tapete, se você escová-la, a saburra apenas se espalha, por isso a necessidade de utilizar limpadores de língua para a remoção da saburra lingual.
O limpador de língua é indicado para o complemento da higiene bucal e prevenção da halitose.
O que é saburra lingual?
A saburra lingual é uma secreção esbranquiçada ou amarelada que se adere ao dorso da língua mais concentrada na região posterior e é composta de: restos de alimentos, células epiteliais descamadas da mucosa bucal, saliva e bactérias. Essas bactérias se alimentam desta matéria orgânica provocando uma fermentação que libera o CSV (Componente Sulfurados Voláteis) que tem cheiro de ovo podre.
Onde se acumula essa saburra?
Em todo o dorso superior da língua, porém em maior intensidade na região posterior. Se você examinar a língua num microscópio, vai verificar que ela é cheia de papilas. Essas papilas têm formato semelhante a cogumelos e como são milhares de papilas juntas, isso permite que sejam formadas espécies de saquinhos entre elas onde, inicialmente, fica acumulada a saburra lingual, que chega a uma quantidade suficiente para recobrir as papilas, podendo até chegar a recobrir toda a superfície da língua.
Todo mundo tem saburra lingual?
Normalmente sim, em pequena quantidade e que libera muito pouco CSV(Componentes Sulfurados Voláteis), onde o enxofre produzido não é suficiente para ser perceptível ao nariz humano. Porém, basta que se tenha uma febre para que a desidratação causada por ela aumente a quantidade de saburra causando um mau hálito perceptível. Por isso geralmente quando uma criança tem febre, tem mau hálito.
O Limpador de Língua é para ser utilizado apenas pelo portador de mau hálito?
Não, ele é um excelente complemento da higiene oral. Além de eliminar o mau hálito, ele reduz cáries, doenças periodontais, tártaros, infecções de gengiva e garganta, etc. Hoje sabemos que 70% de todas as doenças do nosso organismo, os vírus e bactérias tem origem na cavidade oral. Esses vírus e bactérias são inicialmente instalados na boca, lá eles encontram o ambiente propício para se proliferarem e a partir daí vão para a corrente sanguínea através da ingestão e/ou da aspiração, podendo se instalar em qualquer órgão. Como sabemos também, que a língua é o maior nicho de bactérias da boca, a higiene correta da língua não é mais uma questão de evitar o mau hálito, as cáries ou outros problemas bucais e sim de reduzir todo tipo de doenças orgânicas, inclusive algumas que podem ser fatais como é o caso da febre reumática.
Como utilizar o Limpador Lingual?
Fonte: Kolbe, Oolitt, Tepe, Bitufo
O limpador de língua é indicado para o complemento da higiene bucal e prevenção da halitose.
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| Tipos de Limpador Lingual |
A saburra lingual é uma secreção esbranquiçada ou amarelada que se adere ao dorso da língua mais concentrada na região posterior e é composta de: restos de alimentos, células epiteliais descamadas da mucosa bucal, saliva e bactérias. Essas bactérias se alimentam desta matéria orgânica provocando uma fermentação que libera o CSV (Componente Sulfurados Voláteis) que tem cheiro de ovo podre.
Onde se acumula essa saburra?
Em todo o dorso superior da língua, porém em maior intensidade na região posterior. Se você examinar a língua num microscópio, vai verificar que ela é cheia de papilas. Essas papilas têm formato semelhante a cogumelos e como são milhares de papilas juntas, isso permite que sejam formadas espécies de saquinhos entre elas onde, inicialmente, fica acumulada a saburra lingual, que chega a uma quantidade suficiente para recobrir as papilas, podendo até chegar a recobrir toda a superfície da língua.
Todo mundo tem saburra lingual?
Normalmente sim, em pequena quantidade e que libera muito pouco CSV(Componentes Sulfurados Voláteis), onde o enxofre produzido não é suficiente para ser perceptível ao nariz humano. Porém, basta que se tenha uma febre para que a desidratação causada por ela aumente a quantidade de saburra causando um mau hálito perceptível. Por isso geralmente quando uma criança tem febre, tem mau hálito.
O Limpador de Língua é para ser utilizado apenas pelo portador de mau hálito?
Não, ele é um excelente complemento da higiene oral. Além de eliminar o mau hálito, ele reduz cáries, doenças periodontais, tártaros, infecções de gengiva e garganta, etc. Hoje sabemos que 70% de todas as doenças do nosso organismo, os vírus e bactérias tem origem na cavidade oral. Esses vírus e bactérias são inicialmente instalados na boca, lá eles encontram o ambiente propício para se proliferarem e a partir daí vão para a corrente sanguínea através da ingestão e/ou da aspiração, podendo se instalar em qualquer órgão. Como sabemos também, que a língua é o maior nicho de bactérias da boca, a higiene correta da língua não é mais uma questão de evitar o mau hálito, as cáries ou outros problemas bucais e sim de reduzir todo tipo de doenças orgânicas, inclusive algumas que podem ser fatais como é o caso da febre reumática.
Como utilizar o Limpador Lingual?
Fonte: Kolbe, Oolitt, Tepe, Bitufo
segunda-feira, 19 de julho de 2010
Saiba o que buscar em uma esvoca de dentes para que ela seja ideal.

Toda vez que as cerdas de sua escova dental começam a virar, ficando com aquele jeito de "descabelada". Aí vem a dúvida: com tantas marcas e modelos diferentes, qual é a melhor?
Primeiro, a cabeça da escova não deve ser grande, pois isso dificulta o acesso aos últimos dentes, principalmente o siso.
Uma escova grande pode até dar ânsia. A Bitufo tem uma escova com um pequeno tufo de cerdas agrupadas, ideal para esses lugares difíceis.
Segundo, as cerdas não deve ser duras, e cada uma deve ter a ponta arredondada. Como fica difícil verificar a olho nu se o corte de cada cerda é reto ou arredondado, procure na embalagem essas informações. Cerdas duras e de corte reto causam um desgaste maior na superfície do dente e às gengivas.
Escolha de uma escova é algo pessoal e, desde que os dois requisitos acima, (cabeça pequena e cerdas arredondadas), sejam observados, você tem muitas opções.
Fonte: Instituto da Face
quinta-feira, 4 de setembro de 2008
Tratamento Oral Balance na UTI do Hospital Regional de Joinville
quinta-feira, 28 de agosto de 2008
Enxaguatórios contra o Mau Hálito
Dióxido de cloro estabelizado
*Em enxaguantes onde o dióxido de cloro vem associado ao cloreto de cetilpiridínio, a interação do clorito de sódio (de natureza aniônica e fortemente oxidante) com o cloreto de cetilpiridínio (que é catiônico) resulta em liberação do oxigênio.
*O cloreto de cetilpiridínio possui a capacidade de desnaturar proteínas e destruir microrganismos.
*Depois que o oxigênio foi liberado devido à interação entre o clorito de sódio e o cloreto de cetilpiridínio, tem lugar a oxidação dos microrganismos anaeróbios, preservando, no entanto, os sistemas aeróbios dos tecidos bucais.
*A liberação altamente eficiente do oxigênio na combinação do cloreto de cetilpiridínio/clorito de sódio é também responsável pela oxidorredução dos CSV, mantendo-os em níveis extremamente baixos.
*É importante salientar que grande parte dos enxagüatórios bucais não funciona contra a halitose e também podem agravar o problema, pois contém álcool em sua formulação, o que desidrata a mucosa da boca aumentando o mau hálito.A maior parte do mundo está usando ou soluções de bochecho com álcool na sua composição ou produtos muito perfumados para controlar ou mascarar os odores bucais.
* A maioria dos produtos enxagüatórios utilizados trazem consigo dois grandes inconvenientes:
• 1°) Reduzem a microbiota bucal, e pelo fato de destruírem também os microrganismos saprófitas. Essa interferência pode favorecer a implantação de microrganismos patogênicos.
• 2°) Pelo seu conteúdo alcoólico ressecam a mucosa bucal (por desidratação) acelerando o processo natural e fisiológico de descamação da mesma, o que gera aumento de substâncias geradoras do mal hálito (substâncias voláteis e de cheiro forte).
• Conseqüentemente, o hálito aumenta quando se faz uso prolongado desses produtos.
• Outros pontos negativos associados às formulações alcoólicas: podem causar milhares de envenenamentos infantis por ano e também questões nebulosas concernentes às alterações pré-cancerosas em delicados tecidos bucais, especialmente em fumantes.
• Na etiopatogenia do câncer bucal, os fatores locais mais envolvidos são o fumo, o álcool e as radiações solares.
• A possibilidade do uso de anti-sépticos bucais implicar em maior risco do desenvolvimento de câncer bucal.
• O Enxaguante Bucal Halitfree não contém álcool em sua fórmula.
Fonte: Dr. Olinda Tarzia
*Em enxaguantes onde o dióxido de cloro vem associado ao cloreto de cetilpiridínio, a interação do clorito de sódio (de natureza aniônica e fortemente oxidante) com o cloreto de cetilpiridínio (que é catiônico) resulta em liberação do oxigênio.
*O cloreto de cetilpiridínio possui a capacidade de desnaturar proteínas e destruir microrganismos.
*Depois que o oxigênio foi liberado devido à interação entre o clorito de sódio e o cloreto de cetilpiridínio, tem lugar a oxidação dos microrganismos anaeróbios, preservando, no entanto, os sistemas aeróbios dos tecidos bucais.
*A liberação altamente eficiente do oxigênio na combinação do cloreto de cetilpiridínio/clorito de sódio é também responsável pela oxidorredução dos CSV, mantendo-os em níveis extremamente baixos.
*É importante salientar que grande parte dos enxagüatórios bucais não funciona contra a halitose e também podem agravar o problema, pois contém álcool em sua formulação, o que desidrata a mucosa da boca aumentando o mau hálito.A maior parte do mundo está usando ou soluções de bochecho com álcool na sua composição ou produtos muito perfumados para controlar ou mascarar os odores bucais.
* A maioria dos produtos enxagüatórios utilizados trazem consigo dois grandes inconvenientes:
• 1°) Reduzem a microbiota bucal, e pelo fato de destruírem também os microrganismos saprófitas. Essa interferência pode favorecer a implantação de microrganismos patogênicos.
• 2°) Pelo seu conteúdo alcoólico ressecam a mucosa bucal (por desidratação) acelerando o processo natural e fisiológico de descamação da mesma, o que gera aumento de substâncias geradoras do mal hálito (substâncias voláteis e de cheiro forte).
• Conseqüentemente, o hálito aumenta quando se faz uso prolongado desses produtos.
• Outros pontos negativos associados às formulações alcoólicas: podem causar milhares de envenenamentos infantis por ano e também questões nebulosas concernentes às alterações pré-cancerosas em delicados tecidos bucais, especialmente em fumantes.
• Na etiopatogenia do câncer bucal, os fatores locais mais envolvidos são o fumo, o álcool e as radiações solares.
• A possibilidade do uso de anti-sépticos bucais implicar em maior risco do desenvolvimento de câncer bucal.
• O Enxaguante Bucal Halitfree não contém álcool em sua fórmula.
Fonte: Dr. Olinda Tarzia
terça-feira, 12 de agosto de 2008
Atletas que não cuidam da saúde bucal podem se tornar perdedores.

Para entrar no ritmo das olimpíadas...
Todo atleta que se preocupa com a saúde, não pode esquecer de freqüentar o dentista, regularmente. Afinal, a saúde começa pela boca.
Segundo pesquisas, o atleta pode perder até 21% do seu rendimento, se tiver algum problema oral. Problemas provenientes da alimentação e da má escovação, podem afetar a mastigação e a respiração, o que traz prejuízos à resistência do esportista.
A boca é um excelente ambiente para proliferação de bactérias. Um foco de infecção, que se inicia na boca, pode afetar todo o organismo, se espalhando pelo sangue, o que pode agravar problemas cardíacos e lesões musculares. Esportistas que não procuram um dentista, podem demorar a descobrir o foco de um problema de saúde, o que pode atrasar a recuperação e prejudicar todo o processo de treinamento que ele realiza.
Protetor Bucal
Além da preocupação com a saúde bucal, atletas que praticam esporte de contato e força, como as artes marciais, e que envolvem bolas e atrito, a exemplo do vôlei, handebol, ou até mesmo velocidade e impacto, como patins, skate e motocross, necessitam de protetores bucais especializados, feitos sob medida.
Os protetores exclusivos, feitos a partir de moldes da boca dos atletas, se ajustam à arcada dentária e não caem da boca. Reduzem em até 80% o risco de algum tipo de trauma dental.
As pessoas que praticam algum tipo de esporte, seja amador, profissional ou por hobby, necessitam de uma atenção especial do dentista. Por isso, a importância da Odontologia Esportiva.
Saiba mais sobre o Dr.Dr. Anderson Bernal atua há 14 anos na área odontológica. Formado pela UNISA e especializado em dentística restauradora (estética dental) e reabilitação oral pela UMES, Anderson Bernal é proprietário do instituto que leva seu nome, Anderson Bernal Odontologia (multidisciplinar, day clinic, home clinic). É diretor do setor de odontologia da New Man, clínica de estética exclusiva para homens; ministra cursos de estética avançada e dentística restauradora no SENAC e é Consultor científico da Oral Phersonal - empresa de consultoria e gestão de risco em saúde.
Graças aos seus inúmeros atributos clínicos, o Dr. Anderson é também conhecido por atender a personalidades como: Sônia Braga, Jayme Monjardin, Rafael Almeida, Olga Bongiovanni, a top Carol Trentini, entre outros.
Fonte: http://www.ofuxico.com.br/
quinta-feira, 31 de julho de 2008
Cuide da boca e evite doenças em outras partes do corpo
A matéria a seguir saiu na Revista Saúde de Junho/2008.
SAÚDE BUCAL É FUNDAMENTAL!!!
Da boca para o corpo.
Muito mais que garantir um sorriso bonito, cuidar rigorosamente dos dentes espelha saúde nos quatro cantos do organismo. E, aí, o portal por onde entram os nutrientes e de onde saem as palavras não abre alas para problemas sérios no estômago, nos pulmões e até no coração
por DIOGO SPONCHIATO
design GLENDA CAPDEVILLE

Quem tem boca pode ir ao céu ou ao inferno. E esse destino só depende da atenção reservada a ela no dia-a-dia. Aqueles mandamentos que a gente conhece tão bem registrados no quadro ao lado , mas nem sempre segue à risca, não são apenas indispensáveis à preservação da língua, da gengiva e de cada dente. Eles também ajudam a evitar infortúnios em outras redondezas do corpo. Sem exagero. Uma saúde bucal deficiente repercute em cheio nos vasos sangüíneos, nas articulações e em órgãos que, aparentemente, não mantêm íntimo contato com os dentes. Só aparentemente. Não podemos enxergar a boca de maneira isolada, afirma a dentista Juliana Villalba, da Universidade Estadual de Campinas, a Unicamp, no interior de São Paulo. A idéia resumida por essa frase inspirou a especialista a organizar o recém-lançado Odontologia e Saúde Geral, obra dirigida a profissionais de saúde, em especial médicos e dentistas. Ela reúne artigos científicos que exploram a relação direta entre os dentes e o resto do organismo. Juliana alerta, aliás, para a importância de o próprio dentista projetar seu olhar muito além da cavidade bucal. A princípio, o livro seria intitulado A boca também tem corpo, revela. Basta folhear a obra para notar que a maioria dos estragos eclodidos na boca é protagonizada por uma infinidade de bactérias. Ora, a cavidade bucal é um verdadeiro Olimpo para esses microorganismos. E, justiça seja feita, nem todos eles são malignos ali existe uma flora bacteriana essencial à digestão dos alimentos, por exemplo. O problema é quando a escova e o fio dental são deixados de escanteio. Aí os micróbios nocivos, por trás das cáries, da gengivite e da periodontite, proliferam-se e levam ao caos. Mesmo em uma boca saudável, há 200 milhões de microorganismos em 1 grama de placa bacteriana, conta o periodontista Antonio Sallum, professor da Faculdade de Odontologia de Piracicaba (FOP), vinculada à Unicamp. Se ela estiver a caminho da ruína, então, o número pode bater a casa do bilhão. E as ameaças também se multiplicam.
Se a gente mata a fome e se esquece da higiene bucal, poucas horas são suficientes para a formação da famigerada placa bacteriana. Num processo contínuo, micróbios e mais micróbios se unem para monopolizar os dentes e a gengiva. E é assim que a placa, também chamada biofilme, torna-se mais espessa, chegando às vezes ao ponto de ser vista a olho nu. Com os ventos a seu favor, as bactérias vilãs passam a subjugar as espécies do bem. A placa propicia o aparecimento de dois problemas: a cárie e a doença periodontal, diz o professor Antonio Sallum. A primeira, arquitetada pela bactéria Streptococcus mutans, mina aos poucos o próprio dente. Mas a segunda, que começa como uma gengivite e evolui para uma periodontite, é mais assustadora. Ela detona toda a estrutura que liga o dente à gengiva e ao tecido ósseo.
A doença periodontal é mais assustadora, porque a cárie provoca dor e ela não. No começo, só produz sangramentos na gengiva, alerta Sallum. Ou seja, poucos lhe dão a devida atenção. São mais de 100 tipos de micróbios envolvidos com a patologia, que, se não tratada a tempo, faz os dentes desabarem. Ela é silenciosa e suas bactérias são mais agressivas, afirma a periodontista Elaine Escobar, professora das Faculdades Metropolitanas Unidas (FMU), em São Paulo. De cair o queixo também é a estimativa da incidência do problema no país. Oito em cada dez brasileiros adultos têm desde uma gengivite até seu estágio avançado, a periodontite, conta Elaine.
As bactérias traiçoeiras fazem das lesões na gengiva e da corrosão do espaço entre dente e osso o seu portão de embarque para a corrente sangüínea. Alguns tipos mais terríveis compram, então, o bilhete para viajar até o coração, onde simplesmente estacionam. A doença periodontal aumenta o risco de problemas cardiovasculares, constata Elaine. Pior ainda para quem já tem um defeito em uma válvula cardíaca, por exemplo esse sujeito fica, então, tremendamente suscetível à endocardite. Quando vamos ver, de cada dez pacientes com essa doença, de alta mortalidade, quatro ou cinco têm as bactérias na cavidade bucal, calcula a cirurgiã- dentista Itamara Neves, do Instituto do Coração de São Paulo (INCOR). Outra constatação recente é que pessoas com níveis de colesterol e triglicérides elevados podem ser reféns do ataque desses micróbios às artérias. Há trabalhos recentes demonstrando que algumas bactérias colaboram na formação de placas nos vasos sangüíneos, agravando o entupimento provocado pela gordura, conta Juliana Villalba. As agressoras, portanto, tornam-se o gatilho para a erupção de um infarto ou um derrame (veja o infográfico ao lado).
PERIGO EM DOSE DUPLAO conflito que começa na boca semeia o suplício no corpo inteiro, principalmente se o dono dele for um diabético ou uma gestante. No caso das grávidas, a doença periodontal estimula o parto prematuro. Isso porque, quando as células de defesa rumam até a cavidade bucal para lutar com as bactérias, também liberam na circulação algumas substâncias as citocinas e as prostaglandinas que desregulam algumas funções em outros locais do organismo. E essas substâncias costumam acelerar o trabalho de parto, resume Sallum.
Os diabéticos são um caso à parte. Vivem numa situação duplamente complicada. O açúcar que se acumula na circulação por causa do distúrbio favorece todo tipo de problema de inflamações a abscessos nas mucosas. E, se nada disso é tratado, a produção de substâncias inflamatórias é tal que desencadeia de vez uma série de mecanismos no organismo, inclusive aquele que faz a insulina ser utilizada direito. O professor Sallum é categórico: Problemas como a doença periodontal alimentam o diabete. Há indícios de que, quando ela é resolvida, a glicemia fica sob controle com maior facilidade. Todo mundo sabe, mas não custa reforçar: além da prevenção diária, a visita ao dentista é pré-requisito de uma boca em ordem. Até porque existem problemas, como restaurações em decadência e dentes mal posicionados, que só podemser resolvidos no consultório. E saiba que, quando não remediados, eles só oferecem mais dor de cabeça à sua vida. Literalmente. Setenta por cento das disfunções temporomandibulares (DTM) são relacionadas ao mau posicionamento dos dentes, conta o especialista em reabilitação oral Lauro Delgado, de São Paulo. E, por sua vez, a tal DTM é que muitas vezes aciona o incômodo constante na cabeça (acompanhe o infográfico à esquerda). Médicos do Ambulatório de Cefaléias do Hospital das Clínicas de Belo Horizonte (HCUFMG)analisaram 53 pacientes que viviam com dor e chegaram à conclusão de que 80% das queixas eram associadas à DTM. Não vale determinar uma relação de causa e efeito entre os dois problemas, diz o neurologista Antônio Teixeira, um dos autores da pesquisa. Mas o tratamento da DTM pode contribuir para o alívio do tormento, completa ele, que é professor da Universidade Federal de Minas Gerais. Depois de tantas evidências, já deu para perceber que dentes saudáveis afastam males da cabeça aos pés. E isso, sim, é motivo de infindáveis sorrisos.
SAÚDE BUCAL É FUNDAMENTAL!!!
Da boca para o corpo.
Muito mais que garantir um sorriso bonito, cuidar rigorosamente dos dentes espelha saúde nos quatro cantos do organismo. E, aí, o portal por onde entram os nutrientes e de onde saem as palavras não abre alas para problemas sérios no estômago, nos pulmões e até no coração
por DIOGO SPONCHIATO
design GLENDA CAPDEVILLE

Quem tem boca pode ir ao céu ou ao inferno. E esse destino só depende da atenção reservada a ela no dia-a-dia. Aqueles mandamentos que a gente conhece tão bem registrados no quadro ao lado , mas nem sempre segue à risca, não são apenas indispensáveis à preservação da língua, da gengiva e de cada dente. Eles também ajudam a evitar infortúnios em outras redondezas do corpo. Sem exagero. Uma saúde bucal deficiente repercute em cheio nos vasos sangüíneos, nas articulações e em órgãos que, aparentemente, não mantêm íntimo contato com os dentes. Só aparentemente. Não podemos enxergar a boca de maneira isolada, afirma a dentista Juliana Villalba, da Universidade Estadual de Campinas, a Unicamp, no interior de São Paulo. A idéia resumida por essa frase inspirou a especialista a organizar o recém-lançado Odontologia e Saúde Geral, obra dirigida a profissionais de saúde, em especial médicos e dentistas. Ela reúne artigos científicos que exploram a relação direta entre os dentes e o resto do organismo. Juliana alerta, aliás, para a importância de o próprio dentista projetar seu olhar muito além da cavidade bucal. A princípio, o livro seria intitulado A boca também tem corpo, revela. Basta folhear a obra para notar que a maioria dos estragos eclodidos na boca é protagonizada por uma infinidade de bactérias. Ora, a cavidade bucal é um verdadeiro Olimpo para esses microorganismos. E, justiça seja feita, nem todos eles são malignos ali existe uma flora bacteriana essencial à digestão dos alimentos, por exemplo. O problema é quando a escova e o fio dental são deixados de escanteio. Aí os micróbios nocivos, por trás das cáries, da gengivite e da periodontite, proliferam-se e levam ao caos. Mesmo em uma boca saudável, há 200 milhões de microorganismos em 1 grama de placa bacteriana, conta o periodontista Antonio Sallum, professor da Faculdade de Odontologia de Piracicaba (FOP), vinculada à Unicamp. Se ela estiver a caminho da ruína, então, o número pode bater a casa do bilhão. E as ameaças também se multiplicam.
Se a gente mata a fome e se esquece da higiene bucal, poucas horas são suficientes para a formação da famigerada placa bacteriana. Num processo contínuo, micróbios e mais micróbios se unem para monopolizar os dentes e a gengiva. E é assim que a placa, também chamada biofilme, torna-se mais espessa, chegando às vezes ao ponto de ser vista a olho nu. Com os ventos a seu favor, as bactérias vilãs passam a subjugar as espécies do bem. A placa propicia o aparecimento de dois problemas: a cárie e a doença periodontal, diz o professor Antonio Sallum. A primeira, arquitetada pela bactéria Streptococcus mutans, mina aos poucos o próprio dente. Mas a segunda, que começa como uma gengivite e evolui para uma periodontite, é mais assustadora. Ela detona toda a estrutura que liga o dente à gengiva e ao tecido ósseo.
A doença periodontal é mais assustadora, porque a cárie provoca dor e ela não. No começo, só produz sangramentos na gengiva, alerta Sallum. Ou seja, poucos lhe dão a devida atenção. São mais de 100 tipos de micróbios envolvidos com a patologia, que, se não tratada a tempo, faz os dentes desabarem. Ela é silenciosa e suas bactérias são mais agressivas, afirma a periodontista Elaine Escobar, professora das Faculdades Metropolitanas Unidas (FMU), em São Paulo. De cair o queixo também é a estimativa da incidência do problema no país. Oito em cada dez brasileiros adultos têm desde uma gengivite até seu estágio avançado, a periodontite, conta Elaine.
As bactérias traiçoeiras fazem das lesões na gengiva e da corrosão do espaço entre dente e osso o seu portão de embarque para a corrente sangüínea. Alguns tipos mais terríveis compram, então, o bilhete para viajar até o coração, onde simplesmente estacionam. A doença periodontal aumenta o risco de problemas cardiovasculares, constata Elaine. Pior ainda para quem já tem um defeito em uma válvula cardíaca, por exemplo esse sujeito fica, então, tremendamente suscetível à endocardite. Quando vamos ver, de cada dez pacientes com essa doença, de alta mortalidade, quatro ou cinco têm as bactérias na cavidade bucal, calcula a cirurgiã- dentista Itamara Neves, do Instituto do Coração de São Paulo (INCOR). Outra constatação recente é que pessoas com níveis de colesterol e triglicérides elevados podem ser reféns do ataque desses micróbios às artérias. Há trabalhos recentes demonstrando que algumas bactérias colaboram na formação de placas nos vasos sangüíneos, agravando o entupimento provocado pela gordura, conta Juliana Villalba. As agressoras, portanto, tornam-se o gatilho para a erupção de um infarto ou um derrame (veja o infográfico ao lado).
PERIGO EM DOSE DUPLAO conflito que começa na boca semeia o suplício no corpo inteiro, principalmente se o dono dele for um diabético ou uma gestante. No caso das grávidas, a doença periodontal estimula o parto prematuro. Isso porque, quando as células de defesa rumam até a cavidade bucal para lutar com as bactérias, também liberam na circulação algumas substâncias as citocinas e as prostaglandinas que desregulam algumas funções em outros locais do organismo. E essas substâncias costumam acelerar o trabalho de parto, resume Sallum.
Os diabéticos são um caso à parte. Vivem numa situação duplamente complicada. O açúcar que se acumula na circulação por causa do distúrbio favorece todo tipo de problema de inflamações a abscessos nas mucosas. E, se nada disso é tratado, a produção de substâncias inflamatórias é tal que desencadeia de vez uma série de mecanismos no organismo, inclusive aquele que faz a insulina ser utilizada direito. O professor Sallum é categórico: Problemas como a doença periodontal alimentam o diabete. Há indícios de que, quando ela é resolvida, a glicemia fica sob controle com maior facilidade. Todo mundo sabe, mas não custa reforçar: além da prevenção diária, a visita ao dentista é pré-requisito de uma boca em ordem. Até porque existem problemas, como restaurações em decadência e dentes mal posicionados, que só podemser resolvidos no consultório. E saiba que, quando não remediados, eles só oferecem mais dor de cabeça à sua vida. Literalmente. Setenta por cento das disfunções temporomandibulares (DTM) são relacionadas ao mau posicionamento dos dentes, conta o especialista em reabilitação oral Lauro Delgado, de São Paulo. E, por sua vez, a tal DTM é que muitas vezes aciona o incômodo constante na cabeça (acompanhe o infográfico à esquerda). Médicos do Ambulatório de Cefaléias do Hospital das Clínicas de Belo Horizonte (HCUFMG)analisaram 53 pacientes que viviam com dor e chegaram à conclusão de que 80% das queixas eram associadas à DTM. Não vale determinar uma relação de causa e efeito entre os dois problemas, diz o neurologista Antônio Teixeira, um dos autores da pesquisa. Mas o tratamento da DTM pode contribuir para o alívio do tormento, completa ele, que é professor da Universidade Federal de Minas Gerais. Depois de tantas evidências, já deu para perceber que dentes saudáveis afastam males da cabeça aos pés. E isso, sim, é motivo de infindáveis sorrisos.
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