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sexta-feira, 19 de agosto de 2011
terça-feira, 12 de julho de 2011
segunda-feira, 16 de maio de 2011
Nova Linha Teens Bitufo
Agora você já pode mostrar que tem estilo até na hora de cuidar da saúde bucal!
Uma Nova Linha que vem para fazer com que a garotada curta ainda mais a hora de cuidar da Saúde Bucal.
A Escova Bitufo Teens foi desenvolvida para o público jovem.
Possui cabeça ovalada para um melhor alcance nos dentes do fundo e maior conforto nas áreas difíceis de higienizar.
Possui cerdas de pontas arredondadas que auxiliam na remoção da placa bacteriana sem agredir o esmalte dos dentes e a gengiva.
Com cabo emborrachado e anti-deslizante, oferece maior firmeza e conforto durante a escovação.
Está clinicamente comprovado que para ter dentes e gengivas saudáveis é indispensável o uso diário do fio dental.
Ele remove os resíduos e a placa bacteriana que se formam entre os dentes e no espaço entre a gengiva e o dente, onde a escova não alcança.
segunda-feira, 11 de outubro de 2010
Concurso para o Dia do Dentista no Blog Saudálito
Por Paula Rollemberg
Como estamos no mês de outubro e se comemora o “Dia do Dentista” lanço um concurso para você, leitor, comemorar junto conosco.
E o que fazer para participar e levar o prêmio? Simples: basta fazer uma frase que tenha duas palavrinhas preciosas: dentista e mau hálito. A frase mais original e diferente levará um kit de produtos que cuidarão de sua higiene bucal, evitando o mau hálito. O kit terá um enxaguante bucal Halitfree, presente da Produtos de Saúde, um raspador lingual, 2 escovas dentais, fio dental, creme dental e um brinde surpresa.
A turma que fará a seleção da melhor frase foi escolhida a dedo e são dentistas blogueiros e por mim admirados. São eles: Ana Tokus (Medo de Dentista), Leo Augusto (Ortoblog), Fabrício (Vida de Dentista) e eu (Saudálito).
As frases devem ser enviadas até o dia 21 de outubro, para o email : pl.rollemberg@gmail.com
Aguardo todos vocês!
Como estamos no mês de outubro e se comemora o “Dia do Dentista” lanço um concurso para você, leitor, comemorar junto conosco.
E o que fazer para participar e levar o prêmio? Simples: basta fazer uma frase que tenha duas palavrinhas preciosas: dentista e mau hálito. A frase mais original e diferente levará um kit de produtos que cuidarão de sua higiene bucal, evitando o mau hálito. O kit terá um enxaguante bucal Halitfree, presente da Produtos de Saúde, um raspador lingual, 2 escovas dentais, fio dental, creme dental e um brinde surpresa.
A turma que fará a seleção da melhor frase foi escolhida a dedo e são dentistas blogueiros e por mim admirados. São eles: Ana Tokus (Medo de Dentista), Leo Augusto (Ortoblog), Fabrício (Vida de Dentista) e eu (Saudálito).
As frases devem ser enviadas até o dia 21 de outubro, para o email : pl.rollemberg@gmail.com
Aguardo todos vocês!
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| Kit Halitose Produtos de Saúde |
sexta-feira, 8 de outubro de 2010
Neste Dia das Crianças....
Presenteie seu filhos com os novos Kits da Bitufo.
Kits Ben 10 e Kits Cocoricó.
Compre no site: www.produtosdesaude.com.br
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terça-feira, 5 de outubro de 2010
Enxaguante Bucal Halitfree - Tratamento Biológico do Mau Hálito
- Princípio ativo - Dióxido de Cloro.
-Também usado para purificação da água.
- Elimina biológicamente bactérias bucais que causam a putrefação e consequentemente os odores pela ação do oxigênio.
- Produto de escolha na Europa e EUA por profissionais que tratam a halitose.
- Age profundamente nas papilas linguais aonde os germes produzem o mau odor bucal.
Fontes: (1) Levit, Bernardo. Rev.Ateneo Argent. Odontol; ene.-abr. 2004. ilus. Idioma: Es
(2) J Clin Periodontol 2001; Denmark. Amultifactorial investigation of the ability of al healthcare products (OHCPs) to alleviate oral malodour
quinta-feira, 30 de setembro de 2010
Hiperbolóide - Instrumento de Mastigação
O Hiperbolóide é um instrumento de mastigação usado como auxiliar na Terapêutica Ortopédica Funcional dos Maxilares.
O Hiperbolóide é um composto de silicone com forma hiperbólica, daí a sua fundamentação científica. Ele é atóxico, insípido e inodoro. Além de ser usado com a finalidade acima descrita, o seu uso se estende à área da salivação. Por conseguinte, ajuda a digestão e nutrição, assim como também auxilia na prevenção da cárie dentária, litíase salivar e no combate ao mau-hálito.
O Hiperbolóide é de grande utilidade na O.F.M., pois vem preencher uma lacuna como instrumento de mastigação, sendo que, até o presente momento, não se tinha nenhum elemento ( com forma e dureza) cientificamente elaborado, para exercícios mastigatórios, que atingisse níveis de excitações neurais com respostas positivas. Mesmo em qualquer posição de mastigação, mantém a mandíbula - maxila em relação, produzindo apreciáveis excitações das glândulas salivares maiores e menores, principalmente a glândula Parótida e a de Ebner, responsáveis pela excreção de alto nível de saliva serosa que, de uma forma indireta e paralela, entra no campo da prevenção de cárie dentária.
Forma:
Hipérbole com ápices arredondados.
Material:
Composto de silicone Silastic - crepe macio, translúcido não peneirado. Após ser curarizado, a sua dureza (35 Shore A) permite exercícios não traumatizantes.
Aconselhamos que se inicie a prática de exercícios de mastigação, a partir de 5 anos, e com orientação adequada.
A durabilidade do Hiperbolóide , depende da força da mastigação, e do estado de ansiedade em que se encontra o paciente. Mas geralmente a sua duração média é de 6 dias (1 Hip). Quando se iniciam os exercícios, devido à dureza do Hiperbolóide , o paciente estranha um pouco. Deve-se fazer inicialmente, movimentos de sucção, depois pequenos toques de excitações neurais, e finalmente mastigação!
Compre Aqui
O Hiperbolóide é um composto de silicone com forma hiperbólica, daí a sua fundamentação científica. Ele é atóxico, insípido e inodoro. Além de ser usado com a finalidade acima descrita, o seu uso se estende à área da salivação. Por conseguinte, ajuda a digestão e nutrição, assim como também auxilia na prevenção da cárie dentária, litíase salivar e no combate ao mau-hálito.
O Hiperbolóide é de grande utilidade na O.F.M., pois vem preencher uma lacuna como instrumento de mastigação, sendo que, até o presente momento, não se tinha nenhum elemento ( com forma e dureza) cientificamente elaborado, para exercícios mastigatórios, que atingisse níveis de excitações neurais com respostas positivas. Mesmo em qualquer posição de mastigação, mantém a mandíbula - maxila em relação, produzindo apreciáveis excitações das glândulas salivares maiores e menores, principalmente a glândula Parótida e a de Ebner, responsáveis pela excreção de alto nível de saliva serosa que, de uma forma indireta e paralela, entra no campo da prevenção de cárie dentária.
Forma:
Hipérbole com ápices arredondados.
Material:
Composto de silicone Silastic - crepe macio, translúcido não peneirado. Após ser curarizado, a sua dureza (35 Shore A) permite exercícios não traumatizantes.
Aconselhamos que se inicie a prática de exercícios de mastigação, a partir de 5 anos, e com orientação adequada.
A durabilidade do Hiperbolóide , depende da força da mastigação, e do estado de ansiedade em que se encontra o paciente. Mas geralmente a sua duração média é de 6 dias (1 Hip). Quando se iniciam os exercícios, devido à dureza do Hiperbolóide , o paciente estranha um pouco. Deve-se fazer inicialmente, movimentos de sucção, depois pequenos toques de excitações neurais, e finalmente mastigação!
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segunda-feira, 27 de setembro de 2010
Bactérias dos dentes podem chegar ao coração
Disso ninguém duvida: levar a vida numa boa só faz bem à saúde do coração. E não é só pelo bom humor, por trás de um belo sorriso está a mais nova maneira de prevenir doenças cardíacas.
É que a ciência começou a perceber que muitos doentes do coração tinham um problema em comum: a periodontite, uma inflamação que atinge a gengiva e que pode levar à perda dos dentes.
Os sintomas da doença se manifestam lentamente. Podem levar um ano para aparecer. Os mais comuns são: sangramento da gengiva, úlceras - ferimentos entre os dentes - e dor. Mas o maior estrago provocado pela periodontite o paciente não sente nem vê.
O periodontista José Fernando de Oliveira, pesquisador da Unicamp, que trabalha em Salvador, investigou essa ligação. Na pesquisa que realizou com 180 pacientes cardíacos, veio uma surpresa. “Nós observamos que os pacientes que têm a cardiopatia tinham duas a três vezes mais problemas periodontais do que os grupos que não tinham a doença coronariana”, explica.
E mais: os pesquisadores encontraram pistas importantes nas amostras que colheram das artérias doentes. “Pegamos este fragmento arterial e levamos para fazer a detecção do DNA bacteriano e encontramos também quase 60% dos nossos pacientes tinham a bactéria bucal nas artérias coronárias”, revela o periodontista.
O professor explica que a bactéria da periodontite cai na corrente sanguínea. O ferimento na gengiva é a porta de entrada. E a bactéria pode ir parar no coração, provocando inflamação nas artérias. A medicina ainda não considera oficialmente a periodontite um fator de risco para doenças do coração. Mas os estudos continuam, e os especialistas recomendam: é melhor prevenir, cuidando da higiene da boca com uma escovação correta.
Não custa, é simples, e o resultado pode ajudar a sua auto-estima e o seu coração.
Fonte
segunda-feira, 13 de setembro de 2010
Enxaguantes à base de Dióxido de Cloro
O Enxaguante à base de Dióxido de Cloro é o último avanço no controle do mau hálito
Enxaguantes convencionais apenas mascaram temporariamente a halitose
Não contém álcool, corante e açúcar
Seguro e não tóxico, o Dióxido de Cloro tem sido usado por anos para a purificação da água e na indústria de alimentos.
Em forma de enxaguante, tem a ação direta sobre os compostos sulfurados voláteis responsáveis pelo mau hálito
Bochechos com Dióxido de Cloro (CLO2), após um único uso, promove uma melhora significativa do hálito, reduzindo a intensidade do odor e a quantidade de CSV da boca por pelo menos 8 horas.
ENXAGUANTE A BASE DE DIÓXIDO DE CLORO
Dióxido de cloro vem associado ao cloreto de cetilpiridídeo, a interação do clorito de sódio (de natureza aniônica e fortemente oxidante) com o cloreto de cetilpiridínio (que é catiônico) resulta em liberação de oxigênio.
O cloreto de cetilpiridínio possui a capacidade de desnaturar proteínas e destruir microorganismos
Depois que o oxigênio foi liberado devido a interação entre o cloreto de cetilpiridínio, ocorre a oxidação dos microorganismos anaeróbios, preservando no entanto, os sistemas aeróbios dos tecidos bucais.
A liberação altamente eficiente do oxigênio na combinação do cloreto de cetilpiridínio / clorito de sódio é também responsável pela oxidoredução dos CSVs, mantendo-os em níveis extremamente baixos.
DIÓXIDO DE CLORO ESTABELIZADO (CLO2)
- Promove a oxiredução dos compostos sulfurados voláteis mantendo-os em níveis extremamente baixos.
- Oxiredução de Bactérias Anaeróbicas
- Reduz a formação dos CSVs
- Reduz o sangramento gengival
CSV (COMPOSTO SULFURADO VOLÁTIL)
- SULFIDRETO – Cheiro de Ovo Choco
- METIL MERCAPTANO – Cheiro de Estábulo
- DIMETIL SULFETO
ENXAGUANTE BUCAL HALITFREE
Tempo de Ação:
Reduz a concentração de CSVs a partir de 20 minutos de uso.
Mantém os níveis de CSV próximos de ZERO no Halimeter
(Fonte: j.clin. periodontol. 2001:28:631-641)
Bochechos de Dióxido de Cloro (CLO2) após único uso, promove melhora significativa do hálito, reduzindo a intensidade do odor, e a quantidade de CSVs no ar da boca por pelo menos 8 horas
(Fonte: Dra. Olinda Tarzia)
Compre Aqui Halitfree
Enxaguantes convencionais apenas mascaram temporariamente a halitose
Não contém álcool, corante e açúcar
Seguro e não tóxico, o Dióxido de Cloro tem sido usado por anos para a purificação da água e na indústria de alimentos.
Em forma de enxaguante, tem a ação direta sobre os compostos sulfurados voláteis responsáveis pelo mau hálito
Bochechos com Dióxido de Cloro (CLO2), após um único uso, promove uma melhora significativa do hálito, reduzindo a intensidade do odor e a quantidade de CSV da boca por pelo menos 8 horas.
ENXAGUANTE A BASE DE DIÓXIDO DE CLORO
Dióxido de cloro vem associado ao cloreto de cetilpiridídeo, a interação do clorito de sódio (de natureza aniônica e fortemente oxidante) com o cloreto de cetilpiridínio (que é catiônico) resulta em liberação de oxigênio.
O cloreto de cetilpiridínio possui a capacidade de desnaturar proteínas e destruir microorganismos
Depois que o oxigênio foi liberado devido a interação entre o cloreto de cetilpiridínio, ocorre a oxidação dos microorganismos anaeróbios, preservando no entanto, os sistemas aeróbios dos tecidos bucais.
A liberação altamente eficiente do oxigênio na combinação do cloreto de cetilpiridínio / clorito de sódio é também responsável pela oxidoredução dos CSVs, mantendo-os em níveis extremamente baixos.
DIÓXIDO DE CLORO ESTABELIZADO (CLO2)
- Promove a oxiredução dos compostos sulfurados voláteis mantendo-os em níveis extremamente baixos.
- Oxiredução de Bactérias Anaeróbicas
- Reduz a formação dos CSVs
- Reduz o sangramento gengival
CSV (COMPOSTO SULFURADO VOLÁTIL)
- SULFIDRETO – Cheiro de Ovo Choco
- METIL MERCAPTANO – Cheiro de Estábulo
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ENXAGUANTE BUCAL HALITFREE
Tempo de Ação:
Reduz a concentração de CSVs a partir de 20 minutos de uso.
Mantém os níveis de CSV próximos de ZERO no Halimeter
(Fonte: j.clin. periodontol. 2001:28:631-641)
Bochechos de Dióxido de Cloro (CLO2) após único uso, promove melhora significativa do hálito, reduzindo a intensidade do odor, e a quantidade de CSVs no ar da boca por pelo menos 8 horas
(Fonte: Dra. Olinda Tarzia)
Compre Aqui Halitfree
sexta-feira, 6 de agosto de 2010
Limpadores de Língua
Os limpadores de língua são fundamentais na higiene bucal. 90% das causas da halitose estão na boca e a principal delas é a falta de higiene da língua. A Língua funciona como um tapete, se você escová-la, a saburra apenas se espalha, por isso a necessidade de utilizar limpadores de língua para a remoção da saburra lingual.
O limpador de língua é indicado para o complemento da higiene bucal e prevenção da halitose.
O que é saburra lingual?
A saburra lingual é uma secreção esbranquiçada ou amarelada que se adere ao dorso da língua mais concentrada na região posterior e é composta de: restos de alimentos, células epiteliais descamadas da mucosa bucal, saliva e bactérias. Essas bactérias se alimentam desta matéria orgânica provocando uma fermentação que libera o CSV (Componente Sulfurados Voláteis) que tem cheiro de ovo podre.
Onde se acumula essa saburra?
Em todo o dorso superior da língua, porém em maior intensidade na região posterior. Se você examinar a língua num microscópio, vai verificar que ela é cheia de papilas. Essas papilas têm formato semelhante a cogumelos e como são milhares de papilas juntas, isso permite que sejam formadas espécies de saquinhos entre elas onde, inicialmente, fica acumulada a saburra lingual, que chega a uma quantidade suficiente para recobrir as papilas, podendo até chegar a recobrir toda a superfície da língua.
Todo mundo tem saburra lingual?
Normalmente sim, em pequena quantidade e que libera muito pouco CSV(Componentes Sulfurados Voláteis), onde o enxofre produzido não é suficiente para ser perceptível ao nariz humano. Porém, basta que se tenha uma febre para que a desidratação causada por ela aumente a quantidade de saburra causando um mau hálito perceptível. Por isso geralmente quando uma criança tem febre, tem mau hálito.
O Limpador de Língua é para ser utilizado apenas pelo portador de mau hálito?
Não, ele é um excelente complemento da higiene oral. Além de eliminar o mau hálito, ele reduz cáries, doenças periodontais, tártaros, infecções de gengiva e garganta, etc. Hoje sabemos que 70% de todas as doenças do nosso organismo, os vírus e bactérias tem origem na cavidade oral. Esses vírus e bactérias são inicialmente instalados na boca, lá eles encontram o ambiente propício para se proliferarem e a partir daí vão para a corrente sanguínea através da ingestão e/ou da aspiração, podendo se instalar em qualquer órgão. Como sabemos também, que a língua é o maior nicho de bactérias da boca, a higiene correta da língua não é mais uma questão de evitar o mau hálito, as cáries ou outros problemas bucais e sim de reduzir todo tipo de doenças orgânicas, inclusive algumas que podem ser fatais como é o caso da febre reumática.
Como utilizar o Limpador Lingual?
Fonte: Kolbe, Oolitt, Tepe, Bitufo
O limpador de língua é indicado para o complemento da higiene bucal e prevenção da halitose.
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| Tipos de Limpador Lingual |
A saburra lingual é uma secreção esbranquiçada ou amarelada que se adere ao dorso da língua mais concentrada na região posterior e é composta de: restos de alimentos, células epiteliais descamadas da mucosa bucal, saliva e bactérias. Essas bactérias se alimentam desta matéria orgânica provocando uma fermentação que libera o CSV (Componente Sulfurados Voláteis) que tem cheiro de ovo podre.
Onde se acumula essa saburra?
Em todo o dorso superior da língua, porém em maior intensidade na região posterior. Se você examinar a língua num microscópio, vai verificar que ela é cheia de papilas. Essas papilas têm formato semelhante a cogumelos e como são milhares de papilas juntas, isso permite que sejam formadas espécies de saquinhos entre elas onde, inicialmente, fica acumulada a saburra lingual, que chega a uma quantidade suficiente para recobrir as papilas, podendo até chegar a recobrir toda a superfície da língua.
Todo mundo tem saburra lingual?
Normalmente sim, em pequena quantidade e que libera muito pouco CSV(Componentes Sulfurados Voláteis), onde o enxofre produzido não é suficiente para ser perceptível ao nariz humano. Porém, basta que se tenha uma febre para que a desidratação causada por ela aumente a quantidade de saburra causando um mau hálito perceptível. Por isso geralmente quando uma criança tem febre, tem mau hálito.
O Limpador de Língua é para ser utilizado apenas pelo portador de mau hálito?
Não, ele é um excelente complemento da higiene oral. Além de eliminar o mau hálito, ele reduz cáries, doenças periodontais, tártaros, infecções de gengiva e garganta, etc. Hoje sabemos que 70% de todas as doenças do nosso organismo, os vírus e bactérias tem origem na cavidade oral. Esses vírus e bactérias são inicialmente instalados na boca, lá eles encontram o ambiente propício para se proliferarem e a partir daí vão para a corrente sanguínea através da ingestão e/ou da aspiração, podendo se instalar em qualquer órgão. Como sabemos também, que a língua é o maior nicho de bactérias da boca, a higiene correta da língua não é mais uma questão de evitar o mau hálito, as cáries ou outros problemas bucais e sim de reduzir todo tipo de doenças orgânicas, inclusive algumas que podem ser fatais como é o caso da febre reumática.
Como utilizar o Limpador Lingual?
Fonte: Kolbe, Oolitt, Tepe, Bitufo
terça-feira, 27 de julho de 2010
Como fazer uma Higiene Bucal Avançada?
Cilco de Higiene Oral Avançada - Ordem correta para uma perfeita Higiene Bucal:
segunda-feira, 26 de julho de 2010
A Intelligent Brush é a escova que vai revolucionar a sua higiene bucal!
O Kit Bitufo Intelligent Brush foi elaborado para auxiliar e motivar a correta higienização bucal. Através da combinação da escova de tufo único Bitufo equipada com um led de luz, com a solução reveladora, você poderá enxergar a placa bacteriana que não é removida na escovação diária.
Com o Kit Intelligent Brush a placa bacteriana não consegue mais se esconder e seus dentes terão o máximo de limpeza sempre. Assista o vídeo abaixo e saiba na prática o que este produto inovador pode fazer.
O Kit Intelligent Brush acompanha escovas interdentais, um espelho e um fio dental 20m.
Recomendação:
Utilizar 1 vez por semana ou conforme orientação do seu Cirurgião Dentista.
Utilizar 1 vez por semana ou conforme orientação do seu Cirurgião Dentista.
Precauções:
Manter fora do alcance das crianças e em local fresco.
Manter fora do alcance das crianças e em local fresco.
Contra-indicação:
É contra-indicado para pessoas que apresentam sensibilidade a algum dos componentes da fórmula.
É contra-indicado para pessoas que apresentam sensibilidade a algum dos componentes da fórmula.
Dica:
Caso não consiga remover a placa bacteriana consulte seu dentista.
Caso não consiga remover a placa bacteriana consulte seu dentista.
quinta-feira, 28 de agosto de 2008
Enxaguatórios contra o Mau Hálito
Dióxido de cloro estabelizado
*Em enxaguantes onde o dióxido de cloro vem associado ao cloreto de cetilpiridínio, a interação do clorito de sódio (de natureza aniônica e fortemente oxidante) com o cloreto de cetilpiridínio (que é catiônico) resulta em liberação do oxigênio.
*O cloreto de cetilpiridínio possui a capacidade de desnaturar proteínas e destruir microrganismos.
*Depois que o oxigênio foi liberado devido à interação entre o clorito de sódio e o cloreto de cetilpiridínio, tem lugar a oxidação dos microrganismos anaeróbios, preservando, no entanto, os sistemas aeróbios dos tecidos bucais.
*A liberação altamente eficiente do oxigênio na combinação do cloreto de cetilpiridínio/clorito de sódio é também responsável pela oxidorredução dos CSV, mantendo-os em níveis extremamente baixos.
*É importante salientar que grande parte dos enxagüatórios bucais não funciona contra a halitose e também podem agravar o problema, pois contém álcool em sua formulação, o que desidrata a mucosa da boca aumentando o mau hálito.A maior parte do mundo está usando ou soluções de bochecho com álcool na sua composição ou produtos muito perfumados para controlar ou mascarar os odores bucais.
* A maioria dos produtos enxagüatórios utilizados trazem consigo dois grandes inconvenientes:
• 1°) Reduzem a microbiota bucal, e pelo fato de destruírem também os microrganismos saprófitas. Essa interferência pode favorecer a implantação de microrganismos patogênicos.
• 2°) Pelo seu conteúdo alcoólico ressecam a mucosa bucal (por desidratação) acelerando o processo natural e fisiológico de descamação da mesma, o que gera aumento de substâncias geradoras do mal hálito (substâncias voláteis e de cheiro forte).
• Conseqüentemente, o hálito aumenta quando se faz uso prolongado desses produtos.
• Outros pontos negativos associados às formulações alcoólicas: podem causar milhares de envenenamentos infantis por ano e também questões nebulosas concernentes às alterações pré-cancerosas em delicados tecidos bucais, especialmente em fumantes.
• Na etiopatogenia do câncer bucal, os fatores locais mais envolvidos são o fumo, o álcool e as radiações solares.
• A possibilidade do uso de anti-sépticos bucais implicar em maior risco do desenvolvimento de câncer bucal.
• O Enxaguante Bucal Halitfree não contém álcool em sua fórmula.
Fonte: Dr. Olinda Tarzia
*Em enxaguantes onde o dióxido de cloro vem associado ao cloreto de cetilpiridínio, a interação do clorito de sódio (de natureza aniônica e fortemente oxidante) com o cloreto de cetilpiridínio (que é catiônico) resulta em liberação do oxigênio.
*O cloreto de cetilpiridínio possui a capacidade de desnaturar proteínas e destruir microrganismos.
*Depois que o oxigênio foi liberado devido à interação entre o clorito de sódio e o cloreto de cetilpiridínio, tem lugar a oxidação dos microrganismos anaeróbios, preservando, no entanto, os sistemas aeróbios dos tecidos bucais.
*A liberação altamente eficiente do oxigênio na combinação do cloreto de cetilpiridínio/clorito de sódio é também responsável pela oxidorredução dos CSV, mantendo-os em níveis extremamente baixos.
*É importante salientar que grande parte dos enxagüatórios bucais não funciona contra a halitose e também podem agravar o problema, pois contém álcool em sua formulação, o que desidrata a mucosa da boca aumentando o mau hálito.A maior parte do mundo está usando ou soluções de bochecho com álcool na sua composição ou produtos muito perfumados para controlar ou mascarar os odores bucais.
* A maioria dos produtos enxagüatórios utilizados trazem consigo dois grandes inconvenientes:
• 1°) Reduzem a microbiota bucal, e pelo fato de destruírem também os microrganismos saprófitas. Essa interferência pode favorecer a implantação de microrganismos patogênicos.
• 2°) Pelo seu conteúdo alcoólico ressecam a mucosa bucal (por desidratação) acelerando o processo natural e fisiológico de descamação da mesma, o que gera aumento de substâncias geradoras do mal hálito (substâncias voláteis e de cheiro forte).
• Conseqüentemente, o hálito aumenta quando se faz uso prolongado desses produtos.
• Outros pontos negativos associados às formulações alcoólicas: podem causar milhares de envenenamentos infantis por ano e também questões nebulosas concernentes às alterações pré-cancerosas em delicados tecidos bucais, especialmente em fumantes.
• Na etiopatogenia do câncer bucal, os fatores locais mais envolvidos são o fumo, o álcool e as radiações solares.
• A possibilidade do uso de anti-sépticos bucais implicar em maior risco do desenvolvimento de câncer bucal.
• O Enxaguante Bucal Halitfree não contém álcool em sua fórmula.
Fonte: Dr. Olinda Tarzia
Entrevista com o especialista em Halitose Dr. Francisco Amaral
16 de abril 2006
Jornal A Notícia
Uma nova arma contra o mau hálito
Centro especializado de Joinville possui um aparelho que identifica as causas da doença
Aline Machado Parodi

Joinville - Mau hálito é uma doença que persegue a humanidade há séculos e que agora começa a ganhar a atenção do meio científico. Em Joinville, existe um dos poucos centros de tratamento da halitose do Sul do País, que possuiu o mais avançado equipamento para identificação das causas da halitose: o Halimeter. É o primeiro aparelho possível de ser utilizado em nível de consultório capaz de quantificar os odorivetores que compõem o hálito, auxiliando no diagnóstico e acompanhamento de tratamento de halitose. O médico gastroenterologista e especialistas no tratamento da halitose, Francisco Amaral, do Instituto de Gastroenterologia e Endoscopia Digestiva de Joinville (Iged), explica que existem diversas causas para o mau hálito e identificá-las é essencial para o sucesso do tratamento. Mas há uma divisão nos tipos de halitose. "Existe aquela que é eliminada através do pulmão, que representa que algum órgão interno não está funcionando bem. Por exemplo, uma infecção pulmonar gera mau cheiro que é eliminado pelos pulmões. É possível descobrir que o paciente está com uma infecção pulmonar através de uma investigação das causas do mau hálito", explica o médico. O mau hálito pode causar outras inflamações, como intestinal. "Bactérias que não pertencem à flora normal do intestino podem ocasionar um estado de decomposição na intestino e esses gases absorvidos pelo sangue vão até o pulmão e são eliminados", afirma Amaral. Outras causas são das vias aéreas superiores, como sinusites crônicas, amidalites e faringites crônicas. Mas a causa mais comum e que atinge cerca de 95% dos casos é o de boca.
Gases de putrefação
O paciente que tem doença do mau hálito tem eliminação de gases de putrefação e isso não significa que ele tenha má higienização da boca. "Nós temos naturalmente um sistema de higienização na boca. E nestes pacientes esse sistema está alterado e com o passar do tempo vai gerar a doença do hálito. Então precisamos pesquisar quais as causas que provocaram essa alteração e tratar as causas. Caso contrário, é mascarar o problema, como passar perfume para disfarçar o cheiro", enfatiza Amaral.
Problema tem cura
Existem vários distúrbios que podem gerar a causa bucal da halitose. Um deles é a saburra lingual, chamada de placa bacteriana da língua. "Acontecem alguns eventos durante a vida da pessoa que podem gerar uma alteração do funcionamento da higienização normal que temos na boca e isso ocasiona um problema de salivação. Há uma colonização normal de bactérias na boca. Nós temos 700 espécies de bactérias, mas elas estão lá harmonicamente. Mas se houver uma retenção orgânica de células alimentares ou descamação da cavidade bucal, essas bactérias vão se proliferar", comenta o especialista Francisco Amaral. Outras vezes, há bactérias que são externas, que destroem as células presente na boca, para comer a proteína e nesta digestão bacteriana elas eliminam o que chamamos de CSV (compostos sulfurados voláteis) e o mais comum é o gás sulfídrico (H2S), que tem o cheiro do ovo podre e esse gás é gerado dessa decomposição. "O que acontece é um esgoto na boca". Esses gases são tóxicos no organismo e não matam a pessoa porque são produzidos em baixíssimo nível e causam uma fadiga olfatória (a pessoa se acostuma com o hálito).
Estatística
As estatísticas mostram que 40% da população mundial uma vez na vida vai ter mau hálito e a grande maioria vai desenvolver a doença do hálito. A halitose orgânica pode ser ocasionada por 56 causas diferentes. "Geralmente, o paciente tem mais de uma causa e podemos afirmar que curamos 100% dos problemas." (AMP)
Tecnologia é aliada
"Todos os tipos de halitose orgânica têm cura, porque conseguimos identificar as causas. A tecnologia de tratamento avançou muito, com produtos que conseguem que haja uma resposta de cura. Isso vai recuperando os mecanismos de higienização e se consegue curar completamente", afirma o médico Francisco Amaral, do Instituto de Gastroenterologia e Endoscopia Digestiva de Joinville (Iged). Um avanço no tratamento é o dióxido de cloro, que vem sendo usado no enxágüe bucal, mas ainda não está popularizado no meio médico. "O tratamento vai depender muito do que está ocasionando a halitose. Se for uma sinusite, vamos tratá-la. Tratamos a doença básica para eliminar o problema", revela. O estresse é um grande fator desencadeador da doença do hálito, pois arrasa com o mecanismo de salivação. Assim como o uso de medicamentos como antidepressivos, tratamentos de câncer, algumas doenças como o diabetes, ingerir pouco líquido e no idoso, por causa da diminuição natural da salivação há mais propensão de ocorrer. Mas ainda existe a halitose psicogênica (halitofobia), em que o paciente não tem mau hálito, mas pensa que tem. "E esse paciente é o mais difícil de tratar. Neste sentido, o aparelho Halimeter nos ajuda a provar para ele que ele não tem mau hálito. Esse laboratório que temos aqui ajuda a identificar esse paciente e encaminhá-lo para o lugar certo", diz o especialista. (AMP)
Pessoas com halitose fogem do convívio social
O especialista em halitose Francisco Amaral, do Instituto de Gastroenterologia e Endoscopia Digestiva de Joinville (Iged), conta que o problema do hálito é tão antigo, que há descrições de achados arqueológicos que mostram que ele vem perseguindo a humanidade através da história. "Já se encontrou ao lado de múmias raspadores de língua de ouro, o que demonstra que eles já se preocupavam com a higienização", argumenta o médico. E existe um histórico de uma batalha da humanidade contra o mau hálito, até com descrições de suicídios por causa do problema. "Isso é uma questão muito importante, porque a pessoa se sente tão rejeitada que chega ao suicídio. E há pessoas que têm um hálito tão intenso que é impossível você conviver com elas. Então, o mau hálito gera o constrangimento social e conseguir a reintegração desse paciente à sociedade é muito gratificante", comemora o Amaral. O assunto ainda é pouco discutido, inclusive dentro do meio acadêmico, tanto que não há uma disciplina sobre o assunto nas faculdades de medicina e nem de odontologia. "Tudo isso ainda é muito desconhecido. E só começou a ser estudado a fundo a partir da década de 90. A comunidade científica ainda não despertou para a realidade do tratamento, e o que temos no Brasil, que é um dos mais avanços neste assunto, são ilhas experimentais de tratamento do mau hálito como a nossa aqui de Joinville", analisa o especialista. Apesar de já existir cura para 100% dos casos de halitose, ainda é muito pouco o número de pessoas que procura tratamento. "O paciente está de certa forma desacreditado dos tratamentos de halitose, devido só agora ter essas ilhas de tratamento científico, a grande maioria era na "empurraterapia". E ele não via solução e acabava num balcão de farmácia comprando produtos que mascaram o problema. O paciente tem vergonha em dizer que tem mau hálito e ele prefere ficar quieto no canto dele, e quem está próximo não fala para não magoar a pessoa. Forma-se aquele mecanismo de defesa, em que cada um fica de um lado e as pessoas passam anos se tolerando e acostumando com isso," critica o médico. (AMP) .
Jornal A Notícia
Uma nova arma contra o mau hálito
Centro especializado de Joinville possui um aparelho que identifica as causas da doença
Aline Machado Parodi

Joinville - Mau hálito é uma doença que persegue a humanidade há séculos e que agora começa a ganhar a atenção do meio científico. Em Joinville, existe um dos poucos centros de tratamento da halitose do Sul do País, que possuiu o mais avançado equipamento para identificação das causas da halitose: o Halimeter. É o primeiro aparelho possível de ser utilizado em nível de consultório capaz de quantificar os odorivetores que compõem o hálito, auxiliando no diagnóstico e acompanhamento de tratamento de halitose. O médico gastroenterologista e especialistas no tratamento da halitose, Francisco Amaral, do Instituto de Gastroenterologia e Endoscopia Digestiva de Joinville (Iged), explica que existem diversas causas para o mau hálito e identificá-las é essencial para o sucesso do tratamento. Mas há uma divisão nos tipos de halitose. "Existe aquela que é eliminada através do pulmão, que representa que algum órgão interno não está funcionando bem. Por exemplo, uma infecção pulmonar gera mau cheiro que é eliminado pelos pulmões. É possível descobrir que o paciente está com uma infecção pulmonar através de uma investigação das causas do mau hálito", explica o médico. O mau hálito pode causar outras inflamações, como intestinal. "Bactérias que não pertencem à flora normal do intestino podem ocasionar um estado de decomposição na intestino e esses gases absorvidos pelo sangue vão até o pulmão e são eliminados", afirma Amaral. Outras causas são das vias aéreas superiores, como sinusites crônicas, amidalites e faringites crônicas. Mas a causa mais comum e que atinge cerca de 95% dos casos é o de boca.
Gases de putrefação
O paciente que tem doença do mau hálito tem eliminação de gases de putrefação e isso não significa que ele tenha má higienização da boca. "Nós temos naturalmente um sistema de higienização na boca. E nestes pacientes esse sistema está alterado e com o passar do tempo vai gerar a doença do hálito. Então precisamos pesquisar quais as causas que provocaram essa alteração e tratar as causas. Caso contrário, é mascarar o problema, como passar perfume para disfarçar o cheiro", enfatiza Amaral.
Problema tem cura
Existem vários distúrbios que podem gerar a causa bucal da halitose. Um deles é a saburra lingual, chamada de placa bacteriana da língua. "Acontecem alguns eventos durante a vida da pessoa que podem gerar uma alteração do funcionamento da higienização normal que temos na boca e isso ocasiona um problema de salivação. Há uma colonização normal de bactérias na boca. Nós temos 700 espécies de bactérias, mas elas estão lá harmonicamente. Mas se houver uma retenção orgânica de células alimentares ou descamação da cavidade bucal, essas bactérias vão se proliferar", comenta o especialista Francisco Amaral. Outras vezes, há bactérias que são externas, que destroem as células presente na boca, para comer a proteína e nesta digestão bacteriana elas eliminam o que chamamos de CSV (compostos sulfurados voláteis) e o mais comum é o gás sulfídrico (H2S), que tem o cheiro do ovo podre e esse gás é gerado dessa decomposição. "O que acontece é um esgoto na boca". Esses gases são tóxicos no organismo e não matam a pessoa porque são produzidos em baixíssimo nível e causam uma fadiga olfatória (a pessoa se acostuma com o hálito).
Estatística
As estatísticas mostram que 40% da população mundial uma vez na vida vai ter mau hálito e a grande maioria vai desenvolver a doença do hálito. A halitose orgânica pode ser ocasionada por 56 causas diferentes. "Geralmente, o paciente tem mais de uma causa e podemos afirmar que curamos 100% dos problemas." (AMP)
Tecnologia é aliada
"Todos os tipos de halitose orgânica têm cura, porque conseguimos identificar as causas. A tecnologia de tratamento avançou muito, com produtos que conseguem que haja uma resposta de cura. Isso vai recuperando os mecanismos de higienização e se consegue curar completamente", afirma o médico Francisco Amaral, do Instituto de Gastroenterologia e Endoscopia Digestiva de Joinville (Iged). Um avanço no tratamento é o dióxido de cloro, que vem sendo usado no enxágüe bucal, mas ainda não está popularizado no meio médico. "O tratamento vai depender muito do que está ocasionando a halitose. Se for uma sinusite, vamos tratá-la. Tratamos a doença básica para eliminar o problema", revela. O estresse é um grande fator desencadeador da doença do hálito, pois arrasa com o mecanismo de salivação. Assim como o uso de medicamentos como antidepressivos, tratamentos de câncer, algumas doenças como o diabetes, ingerir pouco líquido e no idoso, por causa da diminuição natural da salivação há mais propensão de ocorrer. Mas ainda existe a halitose psicogênica (halitofobia), em que o paciente não tem mau hálito, mas pensa que tem. "E esse paciente é o mais difícil de tratar. Neste sentido, o aparelho Halimeter nos ajuda a provar para ele que ele não tem mau hálito. Esse laboratório que temos aqui ajuda a identificar esse paciente e encaminhá-lo para o lugar certo", diz o especialista. (AMP)
Pessoas com halitose fogem do convívio social
O especialista em halitose Francisco Amaral, do Instituto de Gastroenterologia e Endoscopia Digestiva de Joinville (Iged), conta que o problema do hálito é tão antigo, que há descrições de achados arqueológicos que mostram que ele vem perseguindo a humanidade através da história. "Já se encontrou ao lado de múmias raspadores de língua de ouro, o que demonstra que eles já se preocupavam com a higienização", argumenta o médico. E existe um histórico de uma batalha da humanidade contra o mau hálito, até com descrições de suicídios por causa do problema. "Isso é uma questão muito importante, porque a pessoa se sente tão rejeitada que chega ao suicídio. E há pessoas que têm um hálito tão intenso que é impossível você conviver com elas. Então, o mau hálito gera o constrangimento social e conseguir a reintegração desse paciente à sociedade é muito gratificante", comemora o Amaral. O assunto ainda é pouco discutido, inclusive dentro do meio acadêmico, tanto que não há uma disciplina sobre o assunto nas faculdades de medicina e nem de odontologia. "Tudo isso ainda é muito desconhecido. E só começou a ser estudado a fundo a partir da década de 90. A comunidade científica ainda não despertou para a realidade do tratamento, e o que temos no Brasil, que é um dos mais avanços neste assunto, são ilhas experimentais de tratamento do mau hálito como a nossa aqui de Joinville", analisa o especialista. Apesar de já existir cura para 100% dos casos de halitose, ainda é muito pouco o número de pessoas que procura tratamento. "O paciente está de certa forma desacreditado dos tratamentos de halitose, devido só agora ter essas ilhas de tratamento científico, a grande maioria era na "empurraterapia". E ele não via solução e acabava num balcão de farmácia comprando produtos que mascaram o problema. O paciente tem vergonha em dizer que tem mau hálito e ele prefere ficar quieto no canto dele, e quem está próximo não fala para não magoar a pessoa. Forma-se aquele mecanismo de defesa, em que cada um fica de um lado e as pessoas passam anos se tolerando e acostumando com isso," critica o médico. (AMP) .
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