quarta-feira, 11 de agosto de 2010

Qual o melhor creme dental?

Uma pergunta comum formulada pelos pacientes logo na primeira consulta odontológica é:
QUAL É O MELHOR CREME DENTAL?


Creme dental, pasta de dente, dentifrício ou gel dental, são denominações de um produto usado na higienização dos dentes e muito conhecido por todos nós.
Sabemos da dificuldade na escolha de um creme dental diante de tantas ofertas contidas nas prateleiras dos supermercados.
Produtos são desenvolvidos com sabores, cores e características diferentes, tutti-frutti, menta, e hortelã, brancos, verdes e vermelhos são os mais comuns. Aparecem também sabores exóticos como albricoque, canela, chiclete e sabores mágicos como Shrek, Barbie e Cocoricó. Todos existem para que a indústria farmacêutica possa ganhar uma fatia maior de um mercado promissor e o gosto do consumidor.
Milhões de dólares são gastos na mídia para conseguir gravar fortemente em nosso inconsciente que a escavação dos dentes perfeita necessita de um creme dental sabor refrescante, mágico. Mas essa sensação não é sinônimo de limpeza.
Além dos sabores, acrescentam flúor, substancia antimicrobiana, bicarbonato de sódio, branqueadores, dessensibilizantes, fitoterápicos, antiinflamatórios e antibióticos dando características diferentes para cada produto, tornando-os um produto medicamentoso, perigoso para saúde.
Os estudos mostram que, em um estado normal de saúde, os cremes dentais devem agir somente como substância saponácea, ou seja, como um sabão. Quando necessitamos de uma ação mais específica em estado de doença, eles entram como medicamentos, devendo ser interrompidos assim que a doença desapareça.
O ideal, numa condição normal de saúde, é realizar a higienização com produto neutro, a atenção deve estar voltada na quantidade do creme dental colocado sobre a escova, pequena porção é o ideal, apenas uma gota, dando melhor visibilidade. Quanto menor a quantidade melhor o resultado final.

Fonte: http://blog.multprev.com.br/2008/07/08/creme-dental/

terça-feira, 10 de agosto de 2010

Xixi: uma aventura feminina

Toda mulher conhece o drama de fazer xixi em banheiros públicos: lugares imundos e apavorantes que fazem com que a gente crie técnicas especiais e soluções mirabolantes para sair ilesa dessa aventura.



Imagine que você está naquele bar, rodeada de papos e chopes e, de repente, não mais que de repente, vem aquela vontade inevitável e quase incontrolável de fazer xixi.

Aí, começa a aventura: desde pequena, toda mulher é condicionada a desbravar banheiros públicos, obscuros, em posições semi-acrobáticas, incorporando uma mistura de Ana Botafogo e Indiana Jones – que aliás, por sorte, faz xixi de pé. Pois é, para mulher, fazer xixi, uma simples necessidade fisiológica, é quase uma arte.

"Os homens não fazem idéia do que é ter que segurar a bolsa com a boca, se equilibrar em posição de agachamento – o que é quase uma ginástica —, se preocupar em não arrastar a barra da calça no chão e, ainda, desenvolver uma técnica especial para apertar o botão da descarga com o pé, afinal esses banheiros são sempre imundos e tenebrosos", protesta a dentista Sheila Machado. A estudante Alana Arruda endossa o coro das descontentes. "Não é uma coisa tão simples, não é só fazer xixi. A gente nem sabe o que pode acontecer lá dentro. É quase uma expedição", diz.




Para fugir do tormento e não usar o amedrontaste banheiro da rodoviária de São Paulo, a jornalista Célia Ribeiro preferiu segurar mais um pouquinho e fazer o seu xixi no sossego de casa. Mas o metrô demorou um pouquinho além da conta e... "Dentro do trem já comecei a sentir um aperto muito grande", lembra. "De repente, pensei comigo: 'não vou conseguir fazer mais nada, estou paralisada'. Só pensava em fazer o meu xixi. Virei para a senhora que estava sentada do meu lado e disse: 'levanta!". Ela perguntou porquê e eu só respondia, cada vez mais desesperada: 'levanta!'. Ela levantou e eu comecei a fazer xixi ali mesmo. Foi terrível, ficou tudo empoçado no banco, mas eu estava quase explodindo", confessa, envergonhada.

"Os banheiros de estrada são os piores", afirma a publicitária Fabiana Ribeiro. E eles pecam não só pela limpeza: "Uma vez, voltando de viagem, parei em um posto de gasolina para fazer xixi. Mas o banheiro estava tão sujo e o cheiro tão insuportável que eu nem consegui entrar. Decidi segurar mais um pouquinho para ir ao posto seguinte. Mas tiveram o mau gosto de colocar uma imagem de São Sebastião dentro do banheiro! Eu, sentada na cabine, e aquele santo me olhando! Peguei papel, voltei pro carro, andei mais uns dez quilômetros, parei na estrada e fiz no acostamento mesmo", conta.

Para a artista plástica Fernanda Maia, sortudos são os homens, que só precisam abrir a braguilha e pronto. "É muito mais prático! Para nós, mulheres, não tem coisa pior. Principalmente depois de umas e outras, ter que se equilibrar para não sentar, ainda se preocupando em não se molhar toda é o que há de mais indigesto", diz. Em alguns lugares isso já não acontece. Por menos de R$ 1,00 qualquer mulher pode fazer xixi de pé. Sob o slogan "Para sua liberdade Total !",
o empresário Marcio Martinho idealizou o WomanFree, um cone de papel descartável com formato anatômico que permite à mulher fazer xixi de pé. O produto começou a ser testado, com sucesso, em banheiros femininos de São Paulo e, desde então, vem aliviando bexigas por todo o país. "Pagaria até mais para poder fazer xixi despreocupada", diz a estudante Bruna Nogueira.

A psicóloga Priscila Oliveira explica que, além dos fatores anatômicos, o lado cultural também é responsável por tanta dificuldade. "A mulher é sempre tida como mais frágil, não pode pegar doenças, não pode se expor. A mãe que leva a filha pequena ao banheiro age de maneira bem diferente da que age com o filho que, por ventura, acabe precisando se sentar. Com ele, a preocupação da mãe está mais ligada em apenas acompanhá-lo. Evidente que há a preocupação com a higiene, mas com a filha existe um ritual e um cuidado muito maior. Isso pode acabar imprimindo até mesmo um trauma".



A cineasta (nome mantido em sigilo) conta que foi exatamente uma situação traumática, assistida por ela, a fonte de inspiração para seu longa metragem "Mar de Rosas", de 1977. "Fazer xixi em público, seja moça, mulher ou menina, é o auge da contravenção!", diz. "Eu tinha uns doze anos e era bandeirante. Uma vez estava em Curitiba, em um acampamento internacional, e teve uma missa campal com o bispo e o governador do Paraná. Tinha uma menina que estava ao meu lado com o missal na mão e eu vi que ela estava meio tremendo. Comentei com uma amiga de infância que estava ao meu lado: 'acho que ela vai ter um treco'. A menina deu um passo a frente, largou o missal, ergueu a saia e fez xixi, na missa campal! Ela foi carregada para fora, uma coisa horrível. O governador viu, o bispo viu. Eu fiquei tão impressionada com aquilo que acabei me inspirando naquela menina para fazer um filme".

A publicitária Gisele Marques também se queixa de outros fatores angustiantes: "O pior é no frio, ter que tirar a roupa toda, meia-calça... Dá uma preguiça insuportável. Só vou quando não agüento mais". Mas o urologista Wagner de Avila alerta que prender o xixi por um longo período de tempo pode acarretar uma série de complicações, muito mais sérias do que qualquer medo de banheiro: "Desde retenção urinária (incapacidade de fazer xixi), dor ao urinar, cistites (inflamações e/ou infecção da bexiga) e até hematúria (urina com sangue)", explica ele. O melhor mesmo é enfrentar o problema. "É muito importante urinar no máximo a cada três horas, pois uma das funções mais importantes da bexiga é o esvaziamento, porque com ele acontece a limpeza das bactérias que, porventura, estejam poluindo o trato urinário ou a vulva", completa a urologista Sylvia Marzano.

O pavor é tanto que até mesmo lendas e mistérios cercam o universo feminino na hora de fazer xixi em lugares públicos. Maria da Penha Gomes, responsável pela manutenção do banheiro feminino do Mercadinho São José, um complexo de bares localizado no bairro de Laranjeiras, na zona sul do Rio, conta que já ouviu histórias dignas de filmes de terror. "Tem a história da mulher que entrou na cabine e nunca mais saiu. E também a da moça que foi se equilibrar para fazer xixi, caiu, quebrou o vaso e perdeu a virgindade. Mas isso tudo é história". Dona Penha conta ainda que costuma notar os hábitos de quem entra e sai do banheiro e afirma que, não raro, passam-se noites inteiras em que, apesar do movimento intenso do banheiro, nenhuma mulher se senta ao vaso. "Que no final das contas acabam ficando limpinhos!", comemora.

Produtos que podem solucionar o problema:

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Escovação correta pode prevenir doenças cardíacas

Bactérias que causam a inflamação da gengiva entram na corrente sanguínea e podem se alojar nas artérias que irrigam o coração.



Quantas vezes por dia você escova os dentes? O aposentado Carlos da Silva afirma que escova "de manhã ao levantar, após o almoço, uma vez à tarde depois de algum lanche e após o jantar".

"Saúde bucal hoje previne até doenças", diz o vendedor Devison de Souza. Ele tem razão.

Uma pesquisa realizada na Escócia e publicada no Reino Unido numa revista especializada em medicina aponta que a saúde da boca está diretamente relacionada com a saúde geral do paciente. De acordo com o estudo feito com quase 12 mil pessoas, quem não escova os dentes, ou os escova apenas uma vez por dia, tem mais chance de ter problemas cardiovasculares.

O professor do curso de odontologia Eduardo Rollo Duarte explica qual a relação entre a boca e o coração. "Pessoas que não escovam pelo menos duas vezes por dia tem 75% mais chances de terem problemas cardiovasculares. Muito provavelmente porque quem não escova bem ou escova pouco desenvolve gengivite, que é uma inflamação dos tecidos gengivais”, diz.

Segundo os especialistas, as bactérias que causam a inflamação da gengiva entram na corrente sanguínea e podem se alojar nas artérias que irrigam o coração, e seriam responsáveis ainda por contribuir na obstrução da circulação do órgão, o que pode levar a um infarto.

O aposentado Élcio Bonasorte teve gengivite. Depois de fazer o tratamento dentário, ele não só recuperou os dentes, como conseguiu controlar o diabetes, que estava descompensado. "O primeiro pensamento da pessoa tem que ser esse, manter a boca sempre sadia", diz.

Por isso, os especialistas dão dicas de como fazer para fazer a escovação correta dos dentes. "Uma boa escovação começa primeiro com um bom bochecho forte com água, na pia, no banheiro, e a pessoa que vai escovar os dentes tem que estar visualizando os movimentos, de preferência sem muita força, com carinho, de forma circular em volta dos dentes com a ponta da escova, das cerdas próximas à gengiva, sem fazer muita força", diz o dentista.

“As escovas não duram. Eles devem ser trocadas com certa frequência. Toda vez que a escova já estiver com as cerdas já esgarçadas e as pontinhas começam a ficar alteradas, a escovação não fica eficaz, porque a cerda deve ser bem macia para poder limpar os dentes em volta da gengiva”, completa Eduardo.

A escova de dentes deve ser trocada a cada dois ou três meses no máximo. Os dentistas dizem ainda que não é preciso exagerar na quantidade de pasta de dente. Afinal, é a escova que faz o trabalho de limpeza. Você deve colocar a quantidade equivalente a um grão de ervilha.

Fonte:  http://g1.globo.com/jornal-hoje/noticia/2010/08/escovacao-correta-pode-prevenir-doencas-cardiacas.html

segunda-feira, 9 de agosto de 2010

Cuidado em Domicílio - Home Care

Cuidado em domícilio, por vezes descrita em seu termo em inglês, home care, é uma especialização na área da saúde com uma visão bem diferente da hospitalocêntrica: ao invés do paciente ir até o hospital ser tratado, os profissionais de saúde vão até sua casa tratá-lo.



Vantagens

  • O paciente é tratado fora do hospital e em contato com a família. Isso é bom, uma vez que o ambiente hospitalar, para muitos, não é confortável e causa estresse;
  • O paciente fica menos exposto aos riscos infectológicos existentes no âmbito hospitalar;
  • Melhora a "autonomia" do paciente;
  • Melhora a "privacidade" do paciente.

Público alvo

Pacientes com patologias estáveis, quase sempre portadores de doenças crônicas, como doenças neurológicas degenerativas e músculo-esqueléticas. Porém, o home care nao pode ser visto apenas como uma alternativa para pacientes crônicos ou idosos, o home care deve ser visto como uma alternativa de internamento para todas as idades e patologias, contanto que o paciente esteja estável.

Cuidados dispensados aos pacientes domiciliares

O paciente recebe um tratamento similar ao dado em um hospital, com toda estrutura necessária para sua estabilidade no ambiente doméstico, como sonda, catéter, soroterapia, oxigenoterapia, dentre outros. É traçada uma rotina para o cuidado ao paciente envolvendo todas as suas necessidades básicas e avançadas. É um trabalho interdisciplinar e pode envolver médicos, enfermeiros, técnicos em enfermagem, psicólogos, fonoaudiologos, nutricionistas, fisioterapeutas, dentre outros. Durante a assistência é eleito pela família um cuidador (que pode ser contratado ou escolhido entre seus familiares) para ser treinado no auxilio do paciente para suas atividades de vida diária como alimentação, banho, transporte, utilização do banheiro e etc...

Importância da Home Care

O aumento da expectativa de vida nos últimos anos tem acarretado para o Brasil uma população cada vez mais idosa. O problema não é envelhecer, mas evelhecer sem qualidade. O Brasil não está se desenvolvendo paralelamente à população e isto está causando uma população idosa e sem saúde. A superlotação dos serviços de saúde é consequencia, assim como os problemas previdenciários. A Home Care vem auxiliar no tratamento aos pacientes crônicos e estáveis, e um dos objetivos é tirar o paciente do hospital, sendo que ele pode ser tratado em casa. É menos custoso para o Serviço Público e menos incômodo para o paciente, que poderia passar meses ou anos num hospital, já que sua doença é crônica e/ou degenerativa.

Fontes: Wikipedia, Pulse Care http://www.pulsecare.com.br

domingo, 8 de agosto de 2010

Feliz Dia dos Pais!!!

Feliz Dia dos Pais!! Desejamos muita Saúde a todos os pais....aproveitem seu dia.

 

SAÚDE DO HOMEM – As ações da Política Nacional de Atenção Integral à Saúde do Homem buscam romper os obstáculos que impedem os homens de frequentar os consultórios médicos. Entre os seus subsídios está uma pesquisa feita com sociedades médicas brasileiras e conselhos de saúde. Divulgado em 2008, o levantamento ouviu cerca de 250 especialistas e mostrou que a população masculina não procura o médico por conta de barreiras culturais, entre outras.

Na maioria das vezes, os homens recorrem aos serviços de saúde apenas quando a doença está mais avançada. Assim, em vez de serem atendidos no posto de saúde, perto de sua casa, eles precisam procurar um especialista, o que gera maior sofrimento físico e emocional do paciente e de sua família.

A não-adesão às medidas de saúde integral por parte dos homens leva ao aumento da incidência de doenças e de mortalidade. Números do Ministério da Saúde mostram que, do total de mortes na faixa etária de 20 a 59 anos, 68% foram de homens. Ou seja, a cada três adultos que morrem no Brasil, dois são homens, aproximadamente. Além disso, números do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) revelam que, embora a expectativa de vida dos homens tenha aumentado de 63,20 para 68,92 anos de 1991 para 2007, ela ainda se mantém 7,6 anos abaixo da média das mulheres.

O governo federal quer que, pelo menos, 2,5 milhões de homens na faixa etária de 20 a 59 anos procurem o serviço de saúde ao menos uma vez por ano. Além de criar mecanismos para melhorar a assistência oferecida a essa população, a meta é promover uma mudança cultural.

Homem que se cuida, não perde o melhor da vida.


Fonte: Ministério da Saúde

sexta-feira, 6 de agosto de 2010

Limpadores de Língua

Os limpadores de língua são fundamentais na higiene bucal. 90% das causas da halitose estão na boca e a principal delas é a falta de higiene da língua. A Língua funciona como um tapete, se você escová-la, a saburra apenas se espalha, por isso a necessidade de utilizar limpadores de língua para a remoção da saburra lingual.



O limpador de língua é indicado para o complemento da higiene bucal e prevenção da halitose.

Tipos de Limpador Lingual
O que é saburra lingual?

A saburra lingual é uma secreção esbranquiçada ou amarelada que se adere ao dorso da língua mais concentrada na região posterior e é composta de: restos de alimentos, células epiteliais descamadas da mucosa bucal, saliva e bactérias. Essas bactérias se alimentam desta matéria orgânica provocando uma fermentação que libera o CSV (Componente Sulfurados Voláteis) que tem cheiro de ovo podre.  




Onde se acumula essa saburra?

Em todo o dorso superior da língua, porém em maior intensidade na região posterior. Se você examinar a língua num microscópio, vai verificar que ela é cheia de papilas. Essas papilas têm formato semelhante a cogumelos e como são milhares de papilas juntas, isso permite que sejam formadas espécies de saquinhos entre elas onde, inicialmente, fica acumulada a saburra lingual, que chega a uma quantidade suficiente para recobrir as papilas, podendo até chegar a recobrir toda a superfície da língua.  

Todo mundo tem saburra lingual?

Normalmente sim, em pequena quantidade e que libera muito pouco CSV(Componentes Sulfurados Voláteis), onde o enxofre produzido não é suficiente para ser perceptível ao nariz humano. Porém, basta que se tenha uma febre para que a desidratação causada por ela aumente a quantidade de saburra causando um mau hálito perceptível. Por isso geralmente quando uma criança tem febre, tem mau hálito. 

O Limpador de Língua é para ser utilizado apenas pelo portador de mau hálito?

Não, ele é um excelente complemento da higiene oral. Além de eliminar o mau hálito, ele reduz cáries, doenças periodontais, tártaros, infecções de gengiva e garganta, etc. Hoje sabemos que 70% de todas as doenças do nosso organismo, os vírus e bactérias tem origem na cavidade oral. Esses vírus e bactérias são inicialmente instalados na boca, lá eles encontram o ambiente propício para se proliferarem e a partir daí vão para a corrente sanguínea através da ingestão e/ou da aspiração, podendo se instalar em qualquer órgão. Como sabemos também, que a língua é o maior nicho de bactérias da boca, a higiene correta da língua não é mais uma questão de evitar o mau hálito, as cáries ou outros problemas bucais e sim de reduzir todo tipo de doenças orgânicas, inclusive algumas que podem ser fatais como é o caso da febre reumática.   

Como utilizar o Limpador Lingual?




 Fonte: Kolbe, Oolitt, Tepe, Bitufo


quinta-feira, 5 de agosto de 2010

Ortorexia


Obsessão por alimentação saudável pode ser transformar em doença
A doença é chamada ortorexia. A obstinação em restringir alimentos causa mudanças no comportamento e afeta a convivência com amigos e familiares.




Você perde horas lendo rótulos? “Olho caloria, nível de gordura”, diz a artesã Fabiana Trad. No seu prato só entram alimentos considerados supersaudáveis? “Carne vermelha, gordura, não como”, fala o professor Marcos Santos.

Só come se você mesma cozinhar a refeição? “Vou ao casamento, em casa como o meu pãozinho com margarina. Dependendo do bufê que vai servir o que for a gente não come não”, responde o médico Paulo Sérgio Silva.

Se a reposta foi sim as três perguntas, cuidado! Escolher bem os alimentos... Se preocupar com o excesso de gordura, de sal ou de açúcar nos produtos é bom pra saúde. O problema é quando isso se torna uma obsessão. Aí vira transtorno alimentar que já ganhou até um nome pelos especialistas: ortorexia.

“São pessoas inseguras, ficam muito ansiosas, em relação ao medo de adoecer, medo de ingerir substância química, aditivo, açúcar, gordura trans, colesterol, levam os próprios alimentos pra viagens pra passeios”, explica a psicóloga Fernanda Kalil.

Esta obstinação em restringir alimentos causa mudanças no comportamento. “Começa a se isolar, se isolando, se afastando dos amigos, da família, ela começa a apresentar outros sintomas, depressão e ansiedade E ai está na hora de buscar uma ajuda”, alerta a psicóloga.

“Alimentação saudável não é alimentação absolutamente correta. Saudável é comer com prazer”, diz Fernanda.

Fonte: Jornal Hoje (globo.com)
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